FÓRUM PERMANENTE DE MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE
Próximos eventos:
Serviços de Ecossistema do Estado - 16 de Setembro de 2010
Segurança Alimentar e Abastecimento - 05 de Outubro de 2010
Mudanças Climáticas Globais: Desafios e Oportunidades de Pesquisa - 14 e 15 de Outubro de 2010
informações em http://foruns.bc.unicamp.br/energia/foruns_energia.php
blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Organização e condições de trabalho moderno: emprego, desemprego
Seminário internacional - O seminário internacional "Organização e condições de trabalho moderno: emprego, desemprego e precarização do trabalho" ocorre de 13 a 15 de setembro, no Salão Nobre da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp. Outras informações: telefone 19-3521-5564
http://www.fe.unicamp.br/servicos/eventos-agenda-setembro.html
http://www.fe.unicamp.br/servicos/eventos-agenda-setembro.html
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Quadrinhos resgatam história da presença africana no Brasil
Quadrinhos resgatam história da presença africana no Brasil
O livro "AfroHQ: História e Cultura Afro-brasileira e Africana em Quadrinhos", produzido em parceria pelas alunas de Artes Plásticas da UFPE Danielle Jaimes e Roberta Cirne e o professor Amaro Braga, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), busca o resgate da história da presença africana no Brasil e suas contribuições para a formação da cultura brasileira. A obra de 90 páginas foi lançada em julho na. Ex-professor substituto da UFPE, Braga realizou o trabalho de pesquisa e redação do roteiro, enquanto o visual (desenhos e pintura) foi criado pelas alunas.
Narrada pelos orixás, a aventura inicia no surgimento do homem na África, passa pela escravidão e chega a não apenas pontuar, mas aprofundar as contribuições materiais e imateriais do povo afro no patrimônio brasileiro. Para elaborar o roteiro, Braga utilizou-se de uma vasta bibliografia sobre a presença negra no país, desde o clássico "Casa Grande e Senzala" de Gilberto Freyre a vários manuais publicados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos anos. As prévias do roteiro e do desenho, criados a partir da discriminação das cenas, eram apresentadas aos consultores, que emitiam críticas para guiar a equipe a fim de propiciar ao trabalho uma transdisciplinaridade que não privilegiasse nenhuma das abordagens (História, Antropologia, Sociologia e Política).
Sobre a produção das imagens, Daniele revelou que cada uma das 3 tiras que compõem as páginas, com média de 2 quadrinhos cada, foram feitas em folhas A4 e depois juntadas, para aumentar a qualidade do trabalho. Há também páginas com uma única ilustração vertical; nesse caso, para não fracionar a gravura, ela foi desenhada em uma única folha. À medida que criaram as representações dos personagens, uma designer mostrava à outra para que ela copiasse quando necessário formando a sólida linha condutora da obra. Os traços são incrivelmente detalhados, com abundância de cores – característica da cultura afro – na maior parte das páginas.
De acordo com o Braga, a sintonia entre as alunas permitiu maior agilidade à etapa de arte do trabalho. Os traços, apesar de guardarem suas particularidades, são muito parecidos aos olhos do leitor desatento, proporcionando unicidade à obra. "As meninas têm um traço completamente especial, único; fazem um desenho muito realista e ao mesmo tempo leve e sinuoso, o que imprime um ar nostálgico ao trabalho. Quando descrevo uma cena e falo das características plásticas que quero impor ao material, elas entendem perfeitamente", elogiou Braga, que também escolheu o design das letras da HQ.
A publicação chega ao mercado no período da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial pelo Senado Federal (16 de junho), que aguarda apenas a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, desde 2003 existe a lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de conteúdos curriculares sobre a História e a Cultura Africana e Afro-brasileira nas escolas. Os professores poderão, portanto, apresentar estes conteúdos em sala de aula com maior facilidade, atraindo a atenção dos alunos com o conteúdo visual de alta qualidade. A barreira do preconceito, no entanto, ainda persiste: muitas escolas religiosas não aprovam a presença dos orixás, pois é uma crença não-ortodoxa. Para Roberta, a utilização deste tipo de material "depende da abertura da escola, vai da cabeça de cada diretor". Há educadores que questionam, inclusive, se histórias em quadrinhos são uma forma legítima de arte.
O patrocínio do Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, foi vital para a realização do projeto, pois permitiu que Roberta e Danielle se dedicassem quase exclusivamente à confecção dos desenhos. Além disso, o alto preço da parte gráfica foi custeado por esse investimento, que foi aprovado em dezembro de 2008. No total, o trabalho durou pouco mais de um ano. No lançamento da AfroHQ, estiveram presentes um grande número de yalorixás (mães-de-santo) e o mestre do quadrinho nacional Lailson de Holanda Cavalcanti, grande incentivador da produção de quadrinhos em Pernambuco. Os autores procuram uma editora que invista na expansão do produto, "já que esta primeira tiragem é praticamente exclusiva para bibliotecas de escolas públicas", contou Daniele.
Este é o sétimo álbum feito pelo professor em parceria com Danielle e Roberta. O primeiro volume da série de histórias em quadrinhos – "Passos Perdidos, História Desenhada: A Presença Judaica em Pernambuco no Século XX" – resultou da adaptação do livro "Passos Perdidos, História Recuperada: A Presença Judaica em Pernambuco", da professora Tânia Kaufman (UFPE). O penúltimo álbum, "Heróis da Restauração Pernambucana" (2009), foi uma adaptação dos livros do Professor José Antônio Gonçalves de Mello, professor de História emérito da UFPE. O próximo livro irá abordar as contribuições da cultura indígena para a formação do Brasil, enfatizando as dez nações indígenas de Pernambuco.
Fonte: Mariana Ferraz, da UFPE
http://www2.abong.org.br/final/noticia.php?faq=21724
O livro "AfroHQ: História e Cultura Afro-brasileira e Africana em Quadrinhos", produzido em parceria pelas alunas de Artes Plásticas da UFPE Danielle Jaimes e Roberta Cirne e o professor Amaro Braga, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), busca o resgate da história da presença africana no Brasil e suas contribuições para a formação da cultura brasileira. A obra de 90 páginas foi lançada em julho na. Ex-professor substituto da UFPE, Braga realizou o trabalho de pesquisa e redação do roteiro, enquanto o visual (desenhos e pintura) foi criado pelas alunas.
Narrada pelos orixás, a aventura inicia no surgimento do homem na África, passa pela escravidão e chega a não apenas pontuar, mas aprofundar as contribuições materiais e imateriais do povo afro no patrimônio brasileiro. Para elaborar o roteiro, Braga utilizou-se de uma vasta bibliografia sobre a presença negra no país, desde o clássico "Casa Grande e Senzala" de Gilberto Freyre a vários manuais publicados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos anos. As prévias do roteiro e do desenho, criados a partir da discriminação das cenas, eram apresentadas aos consultores, que emitiam críticas para guiar a equipe a fim de propiciar ao trabalho uma transdisciplinaridade que não privilegiasse nenhuma das abordagens (História, Antropologia, Sociologia e Política).
Sobre a produção das imagens, Daniele revelou que cada uma das 3 tiras que compõem as páginas, com média de 2 quadrinhos cada, foram feitas em folhas A4 e depois juntadas, para aumentar a qualidade do trabalho. Há também páginas com uma única ilustração vertical; nesse caso, para não fracionar a gravura, ela foi desenhada em uma única folha. À medida que criaram as representações dos personagens, uma designer mostrava à outra para que ela copiasse quando necessário formando a sólida linha condutora da obra. Os traços são incrivelmente detalhados, com abundância de cores – característica da cultura afro – na maior parte das páginas.
De acordo com o Braga, a sintonia entre as alunas permitiu maior agilidade à etapa de arte do trabalho. Os traços, apesar de guardarem suas particularidades, são muito parecidos aos olhos do leitor desatento, proporcionando unicidade à obra. "As meninas têm um traço completamente especial, único; fazem um desenho muito realista e ao mesmo tempo leve e sinuoso, o que imprime um ar nostálgico ao trabalho. Quando descrevo uma cena e falo das características plásticas que quero impor ao material, elas entendem perfeitamente", elogiou Braga, que também escolheu o design das letras da HQ.
A publicação chega ao mercado no período da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial pelo Senado Federal (16 de junho), que aguarda apenas a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, desde 2003 existe a lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de conteúdos curriculares sobre a História e a Cultura Africana e Afro-brasileira nas escolas. Os professores poderão, portanto, apresentar estes conteúdos em sala de aula com maior facilidade, atraindo a atenção dos alunos com o conteúdo visual de alta qualidade. A barreira do preconceito, no entanto, ainda persiste: muitas escolas religiosas não aprovam a presença dos orixás, pois é uma crença não-ortodoxa. Para Roberta, a utilização deste tipo de material "depende da abertura da escola, vai da cabeça de cada diretor". Há educadores que questionam, inclusive, se histórias em quadrinhos são uma forma legítima de arte.
O patrocínio do Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, foi vital para a realização do projeto, pois permitiu que Roberta e Danielle se dedicassem quase exclusivamente à confecção dos desenhos. Além disso, o alto preço da parte gráfica foi custeado por esse investimento, que foi aprovado em dezembro de 2008. No total, o trabalho durou pouco mais de um ano. No lançamento da AfroHQ, estiveram presentes um grande número de yalorixás (mães-de-santo) e o mestre do quadrinho nacional Lailson de Holanda Cavalcanti, grande incentivador da produção de quadrinhos em Pernambuco. Os autores procuram uma editora que invista na expansão do produto, "já que esta primeira tiragem é praticamente exclusiva para bibliotecas de escolas públicas", contou Daniele.
Este é o sétimo álbum feito pelo professor em parceria com Danielle e Roberta. O primeiro volume da série de histórias em quadrinhos – "Passos Perdidos, História Desenhada: A Presença Judaica em Pernambuco no Século XX" – resultou da adaptação do livro "Passos Perdidos, História Recuperada: A Presença Judaica em Pernambuco", da professora Tânia Kaufman (UFPE). O penúltimo álbum, "Heróis da Restauração Pernambucana" (2009), foi uma adaptação dos livros do Professor José Antônio Gonçalves de Mello, professor de História emérito da UFPE. O próximo livro irá abordar as contribuições da cultura indígena para a formação do Brasil, enfatizando as dez nações indígenas de Pernambuco.
Fonte: Mariana Ferraz, da UFPE
http://www2.abong.org.br/final/noticia.php?faq=21724
Organização e condições do trabalho moderno
Organização e condições do trabalho moderno: emprego, desemprego e precarização do trabalho
De 13 a 15/09, no Salão Nobre / FE, c/ Profa. Maria de Fátima Sonati, Jose Roberto Heloani, Selma Borghi Venco, Carmen Lúcia Rodrigues de Arruda, Sabine Fortino, Angela Araujo, Helena Hirata, Ricardo Antunes, Débora Mazza, Neusa Gusmão, Vicente Rodriguez, Danièle Linhart, Aparecida Neri de Souza, Liliana Segnini e Maria Lúcia Büher Machado
Org.: Acordo de Cooperação Internacional Capes/Cofecub; Departamento de Ciências Sociais na Educação (Decise) e Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diferenciação Socio-Cultural (Gepedisc) - FE Unicamp e Doutorado em Ciências Sociais - IFCH - Unicamp
Apoio: CAPES/CGI - COFECUB
Obs: Tradução concomitante, com os textos (em francês e em português) disponíveis para fotocópias na Faculdade de Educação
De 13 a 15/09, no Salão Nobre / FE, c/ Profa. Maria de Fátima Sonati, Jose Roberto Heloani, Selma Borghi Venco, Carmen Lúcia Rodrigues de Arruda, Sabine Fortino, Angela Araujo, Helena Hirata, Ricardo Antunes, Débora Mazza, Neusa Gusmão, Vicente Rodriguez, Danièle Linhart, Aparecida Neri de Souza, Liliana Segnini e Maria Lúcia Büher Machado
Org.: Acordo de Cooperação Internacional Capes/Cofecub; Departamento de Ciências Sociais na Educação (Decise) e Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diferenciação Socio-Cultural (Gepedisc) - FE Unicamp e Doutorado em Ciências Sociais - IFCH - Unicamp
Apoio: CAPES/CGI - COFECUB
Obs: Tradução concomitante, com os textos (em francês e em português) disponíveis para fotocópias na Faculdade de Educação
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
“A Quem será que se Destinam? Imagens e Palavras na Escola”
Fórum Permanente de Desafios do Magistério
“A Quem será que se Destinam? Imagens e Palavras na Escola”
É o tema a ser tratado na próxima edição do Fórum Permanente do Magistério. O evento ocorre no dia 15 de setembro, das 9 às 17 horas, no Centro de Convenções da Unicamp. O Fórum é organizado pela Faculdade de Educação (FE), pela Associação de Leitura do Brasil (ALB) e pela Rede Anhanguera de Comunicação (RAC). A coordenação é da Coordenadoria Geral da Unicamp (CGU).
Programação e outras informações no site
http://foruns.bc.unicamp.br/magis/foruns_magis.php
“A Quem será que se Destinam? Imagens e Palavras na Escola”
É o tema a ser tratado na próxima edição do Fórum Permanente do Magistério. O evento ocorre no dia 15 de setembro, das 9 às 17 horas, no Centro de Convenções da Unicamp. O Fórum é organizado pela Faculdade de Educação (FE), pela Associação de Leitura do Brasil (ALB) e pela Rede Anhanguera de Comunicação (RAC). A coordenação é da Coordenadoria Geral da Unicamp (CGU).
Programação e outras informações no site
http://foruns.bc.unicamp.br/magis/foruns_magis.php
Empreendedorismo e Inovação
Fórum Permanente de Empreendedorismo e Inovação
Com a temática "Gerência e Liderança em Tempos de Mudanças", a próxima edição ocorre no dia 9 de setembro, a partir das 9 horas, no Centro de Convenções.
Outras informações http://foruns.bc.unicamp.br/empreen/foruns_empreen.php
Com a temática "Gerência e Liderança em Tempos de Mudanças", a próxima edição ocorre no dia 9 de setembro, a partir das 9 horas, no Centro de Convenções.
Outras informações http://foruns.bc.unicamp.br/empreen/foruns_empreen.php
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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