sábado, 4 de abril de 2020

África Atual

Por que divulgar as iniciativas dos países em África?

         Uma razão simples se fundamenta em nossa identidade nacional. Acima de 50% da população brasileira é afrodescendente. Esse indicador impressiona, dado ao fato das quase ínfimas iniciativas de relacionamentos que possuímos com esses países.
A maioria da fonte de turismo no Brasil deveria ser de africanos. E, a maioria do turismo em África deveria estar entre os brasileiros. Por que isso não ocorre?

        Uma das possibilidades de resposta está no significado da palavra orgulho: enquanto percepção de satisfação, de sobrevalor, de honra, de pertencimento. Esta percepção, bem presente entre os imigrantes que aqui aportaram, se desconstrói através da forma com que a história dos africanos e afrodescendentes, no Brasil, se observam descritas em nossos livros, em nossas escolas e em nossos meios de comunicação.

        Outra vertente é a indústria cultural norte-americana e européia, que investem em adquirirem as mídias brasileiras, haja visto que a maioria dos filmes que aqui passam são oriundos desses países. Essa indústria cultural leva o dinheiro brasileiro para os seus países, pagam seus atores, seus produtores, seus técnicos, a promoverem merchandizing, isto é, nós consumimos seus produtos. Nossa riqueza vaza para o norte do hemisfério. Interessante, não?

       Esse breve texto não pretende, nem de perto, esgotar as possibilidades dessa reflexão, somente arranhar em alguns elementos presentes.

       Na perspectiva das empresas africanas, há a carência de se observar o Brasil como um mercado emergente de seus produtos. É claro, leva-se em consideração que esses países ainda estão em fase de descolonização, de seus estados nacionais a estarem construídos em estruturas recentes. Entre 100 a 50 anos, somente, de reestruturação nacional. Mas, há que se registrar que já possuem uma classe média pujante, em economias em expansão, e produção local em acelerada instalação empresarial. Há nisso uma oportunidade entre os afroempreendedores. De ambos os lados.

     Nessa janela de oportunidade nasce o empreendimento que valoriza as novas iniciativas, em andamento. Que geram empreendimentos e interações entre essas poderosas fontes culturais e empreendedoras: o "Atlas da África" e a plataforma digital www.africaatual.com.br.

 

Poema

É fácil

É fácil matar.
É fácil morrer.
É fácil ser morto.
É fácil estar morto.

É difícil dar a vida.
É difícil viver. 
É difícil ser vivo.
É difícil estar vivo.

Bah! Andarilho.
Fugaz.
Sem razão.

Odair Marques da Silva
Outubro/2019. 

quinta-feira, 26 de março de 2020

Shadow: uma série cinematográfica

Série criada por “Motion Story”, estúdio de cinema sul-africano. Disponível através da Netflix. Compõe-se de 8 episódios, em sua primeira temporada.

Mais detalhes em  www.africaatual.com.br


terça-feira, 3 de março de 2020

Um depoimento sobre Cabo Verde, África

Quênia e energia solar para água potável



A ONG GivePower criou e instalou a Solar Water Farm, levando água potável para os moradores de Kiunga.

Fonte: https://interestingengineering.com/solar-powered-plant-in-kenya-gives-drinking-water-to-35000-people-a-day

Africa do Sul - pioneira transplante de ouvido

Instituto Sul-africano de audição, cidade de Pretória, uma das capitais da África do Sul, onde atua o Dr. Mashudu Tshifularo, pioneiro no primeiro transplante de ouvido do mundo.
fonte: https://www.up.ac.za/news/post_2825221-whats-next-qa-with-ups-3d-printing-transplant-pioneer-professor-mashudu-tshifularo

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Um experiencia frustrante no hotel PANORAMA, em Águas de Lindóia.

A primeira impressão, ao observar o site do hotel, é que ele possui uma ótima infraestrutura.
Ledo engano.
A piscina do prédio do hotel é pequena e atende poucos hospedes. A piscina lateral, menor, que seria uma hidromassagem, esta sem funcionar.
Para as crianças irem a piscina externa, devem deslocarem-se a outro ambiente.
A relação custo-benefício é prejudicial ao hóspede.
O valor das diárias, como uma das mais caras da cidade, não condiz com os "benefícios" ofertados.
Com poucos funcionários, não possuem manobristas. Ainda exigem ao hóspede o uso de pulseirinhas, aquelas de perfil plástico, ridículo.    
Os quartos possuem móveis, antigos, não possuem banheira.
Ah! Não é que tudo é ruim. O café da manhã possui boa variedade de quitutes. O chuveiros são ótimos em volume de água e aquecimento.
A questão base é que o valor da diária não condiz com o que uma hotelaria desse valor médio no mercado brasileiro oferece.
Fica a dica de um turismo que deseja ver nossos serviços melhorarem !!!