blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
"Fazendo Arte na Estação"
Feira "Fazendo Arte na Estação"
tem foco no público
infanto-juvenil
A feira cultura "Fazendo Arte na Estação", que acontece no dia 25 de janeiro, das 14 às 17h, na Estação Guanabara, terá foco no público infanto-juvenil e irá oferecer uma programação variada. O evento contará com as apresentações do vídeo "Brilha Mundo" e da peça de teatro "Uma escada chamada letramento", do Grupo Educere, além de atividades de dança e contação de histórias, da ONG CEDAI. Outras atrações do “Fazendo Arte na Estação”, que é organizado pelo Cis Guanabara, órgão da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), são mostras do cartunista Dalton, brinquedoteca, cama elástica e o Projeto Troca de Livros. Mais informações no site do evento ou pelo telefone 19-3231-6369.SERVIÇO
Evento: Feira cultura "Fazendo Arte na Estação"
Data: 25 de janeiro
Horário: das 14 às 17 horas
Local: Estação Guanabara (rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas)
Informações: www.cisguanabara.unicamp.br
Fone: 19-3231-6369
Marcadores:
Atividades para escolas,
Dica Cultural,
produção cultural
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
CEDAP CONTRATA Educador Social
CEDAP CONTRATA:
O Projeto Ateliê Escola Convivência e Arte tem como objetivo inserir socialmente adolescentes egressos do sistema de medidas socioeducativas de Campinas, através das atividades de arte educação e socioeducativas, e busca fortalecer adolescentes e suas famílias no acesso á rede de proteção.
EDUCADOR SOCIAL: 30 horas (período da tarde), CLT, vale transporte, com experiência em trabalho com adolescentes, grupos e arte educação. Principais atribuições: planejamento e execução de atividades de arte educação e socioeducativa, elaboração de relatório, participação em reuniões institucionais.
ASSISTENTE SOCIAL: 30 horas, CLT, vale transporte, com experiência no trabalho com adolescentes e famílias. Principais atribuições: atendimento e encaminhamento de demandas, relatórios, execução dos encontros de família, reuniões institucionais.
PEDAGOGO: 20 horas, CLT, vale transporte, com experiência em trabalho com adolescentes e grupos. Principais atribuições: planejamento e execução das atividades de letramento, elaboração de relatório, participação em reuniões institucionais.
Interessados enviar currículo até dia 15 de Janeiro de 2014 para e-mail atelieescola@cedap.org.br
Telefone: 3231-5644/3235-1800
cunhaelaine2004@ig.com.br
O Projeto Ateliê Escola Convivência e Arte tem como objetivo inserir socialmente adolescentes egressos do sistema de medidas socioeducativas de Campinas, através das atividades de arte educação e socioeducativas, e busca fortalecer adolescentes e suas famílias no acesso á rede de proteção.
EDUCADOR SOCIAL: 30 horas (período da tarde), CLT, vale transporte, com experiência em trabalho com adolescentes, grupos e arte educação. Principais atribuições: planejamento e execução de atividades de arte educação e socioeducativa, elaboração de relatório, participação em reuniões institucionais.
ASSISTENTE SOCIAL: 30 horas, CLT, vale transporte, com experiência no trabalho com adolescentes e famílias. Principais atribuições: atendimento e encaminhamento de demandas, relatórios, execução dos encontros de família, reuniões institucionais.
PEDAGOGO: 20 horas, CLT, vale transporte, com experiência em trabalho com adolescentes e grupos. Principais atribuições: planejamento e execução das atividades de letramento, elaboração de relatório, participação em reuniões institucionais.
Interessados enviar currículo até dia 15 de Janeiro de 2014 para e-mail atelieescola@cedap.org.br
Telefone: 3231-5644/3235-1800
cunhaelaine2004@ig.com.br
Marcadores:
Redes Sociais,
Terceiro Setor,
Unisal turma 2012
A AFASCOM - seleciona currículos de candidatos à vaga de:
A AFASCOM - Associação Franciscana do Coração de Maria seleciona currículos de
candidatos à vaga de:
Recreacionista/Auxiliar de Desenvolvimento infantil
CARGA HORÁRIA: – 44 hs semanais ( distribuídas semanalmente e nas reuniões pedagógicas )
ESCOLARIDADE: Ensino Médio Completo ( preferencialmente formação em Pedagogia ou cursando)
PERFIL : Gostar do trabalho com crianças da Educação Infantil – 0 a 6 anos,
Experiência na área.
BENEFÍCIOS OFERECIDOS: alimentação, vale-transporte, seguro de vida em grupo.
Os interessados devem enviar o currículo para um dos e-mails abaixo ou entregar no endereço da AFASCOM A/C da Irmã Cacilda:
Rua Barão de Jaguara nº 140 - BAIRRO: Bosque CEP: 13026-099
TELEFONE FAX: (19) 2129-9922
Irmã Cacilda - Diretora Social
social@afascom.org,br
Vera Lígia Bellinazzi Peres - Diretora Educacional da creche CEASCOM - Satélite Iris
veraliperes@gmail.com
Elaine Cunha - Diretora Educacional da creche CIMA - Vila Georgina
cunhaelaine2004@ig.com.br
Recreacionista/Auxiliar de Desenvolvimento infantil
CARGA HORÁRIA: – 44 hs semanais ( distribuídas semanalmente e nas reuniões pedagógicas )
ESCOLARIDADE: Ensino Médio Completo ( preferencialmente formação em Pedagogia ou cursando)
PERFIL : Gostar do trabalho com crianças da Educação Infantil – 0 a 6 anos,
Experiência na área.
BENEFÍCIOS OFERECIDOS: alimentação, vale-transporte, seguro de vida em grupo.
Os interessados devem enviar o currículo para um dos e-mails abaixo ou entregar no endereço da AFASCOM A/C da Irmã Cacilda:
Rua Barão de Jaguara nº 140 - BAIRRO: Bosque CEP: 13026-099
TELEFONE FAX: (19) 2129-9922
Irmã Cacilda - Diretora Social
social@afascom.org
Vera Lígia Bellinazzi Peres - Diretora Educacional da creche CEASCOM - Satélite Iris
veraliperes@gmail.com
Elaine Cunha - Diretora Educacional da creche CIMA - Vila Georgina
cunhaelaine2004@ig.com.br
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
A escola necessita se “transalfabetizar”
por Clarinha Glock, da IPS Inter Press Service - 02/05/2013
A alfabetização de hoje implica saber o que é código, documento e atualidade, afirma Divina Frau-Meigs.
Porto Alegre, Brasil, 30/4/2013 – É necessário um novo contrato social na educação, que incorpore plenamente a informática e a concepção dos direitos humanos do século 21, afirmou em entrevista à IPS a doutora em meios de comunicação francesa Divina Frau-Meigs. Professora de estudos americanos e de sociologia da mídia na Universidade de Sorbonne Nouvelle Paris 3, Frau-Meigs afirma que professoras, professores e estudantes devem assumir plenamente a transalfabetização.
Trata-se de “saber ler, escrever, calcular e computar. Contudo, computar inclui entender estas três categorias de informação: código, documento e atualidade/imprensa”, afirmou Frau-Meigs, assessora do Conselho da Europa e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Em visita ao Brasil para participar de um seminário, a especialista conversou longamente com Clarinha Glock. A seguir um resumo da entrevista.
IPS: O que é a transalfabetização?
DIVINA FRAU-MEIGS: É saber ler, escrever, calcular e computar. Contudo, computar inclui entender estas três categorias de informação: código, documento e atualidade/imprensa. Deve-se capacitar alunos e docentes. O papel da escola é esclarecer e permitir às pessoas entender todo tipo de conteúdo, modificá-los e comentá-los.
IPS: Qual é o principal obstáculo?
DFM: Os estudantes acreditam que sabem tudo, a partir de sua perspectiva de lidar com computadores e tablets. E os professores dizem que se os alunos tiverem bons conhecimentos para ler e escrever é suficiente. É necessário romper essas resistências com sensibilização, em aulas práticas. Por exemplo: peço aos alunos que procurem toda informação que precisam para seus projetos. Eles respondem: “há milhões de dados, não sei por onde começar”. Ensinar a eliminar, avaliar, qualificar, assessorar, mudar, esse é o papel da escola. É uma maneira de aprender a aprender, que é o que devemos voltar a colocar no centro do projeto curricular.
IPS: Como aplicar estas propostas em países onde o pessoal docente ainda é mal remunerado?
DFM: Não estou certa de que se deva colocar o salário em primeiro lugar. Por isto falo da necessidade de estabelecer um novo contrato social. Devemos voltar a decidir que a escola importa, que a alfabetização importa e que hoje em dia é imprescindível a alfabetização eletrônica. Uma vez que estejamos de acordo sobre qual é nossa missão, aí sim poderemos discutir salários e condições dentro e fora da aula. A transalfabetização não ocorre somente na escola. Os ritmos escolares mudam, porque os alunos podem se conectar à noite, fora da sala do ambiente escolar. O papel do professor também será diferente. É preciso valorizar seu salário, mas sabendo o que requer para sua formação e as novas condições de horários, ritmos e recursos. A decisão deve ser compartida pelo por docentes, ministérios, sindicatos, empresas e estudantes, tal como um novo contrato social.
IPS: E como seria esse novo contrato social?
DFM: Desde o século 19, o contrato social tem sido de uma escola livre, pública – embora muitas sejam privadas – e secular. Deve-se incorporar a ela o caráter de “aberta” mediante a informática, que dá acesso a muitos conteúdos de outros países e culturas. Com a informática, as ideias podem ser desenvolvidas ao máximo. E, se a utilizarmos bem, poderá empoderar a todos. Também é necessário ampliar o contrato com a concepção dos direitos humanos que não existia no século 19. Em 1948, depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), nasceram os direitos humanos universais e a internet. As duas ferramentas – moral e técnica – nasceram ao mesmo tempo. É preciso tornar os jovens partícipes de um futuro positivo. Isto se faz com valores. Queremos ser pessoas criativas, expressivas, dignas, participativas, educadas. É isso o que motivará as pessoas a irem à escola e também a mudá-la. Construído o consenso, depois virá a discussão sobre salários e recursos.
IPS: E como está sendo implantado este novo contrato social na França?
DFM: O problema francês, como o de outros países, é a mudança de escala. Há experiências de tamanho pequeno que já funcionam em escolas. Mas um sistema laico, secular, público, aberto e livre tem de ser acessível a todos. Agora, em maio, teremos uma reunião em Lyon com funcionários dos ministérios. Devemos convencer os que tomam as decisões, porque se eles não nos acompanham, não promoveremos esta mudança.
IPS: Não se trata apenas de dotar as escolas de computadores…
DFM: Absolutamente, não. Inclusive em países pobres muitas pessoas têm um portátil. Os preços estão baixando, cada vez há mais aplicativos livres e abertos, pode-se baixar tudo, e quanto mais, melhor. Mas é preciso capacitar sobre transalfabetização para entender o desenho das plataformas, como editar seus conteúdos e utilizar o que existe, avaliá-lo, informá-lo e arquivá-lo. Para isto já temos pessoas formadas, invisíveis ao sistema, que são os bibliotecários. Eles se informatizaram há tempos. Na França, estamos capacitando-os para que também sejam formadores/educadores. A expressão oficial é “professor bibliotecário”: não são apenas ajudantes, podem mostrar às crianças a informação como código, como documento e como atualidade, algo que os professores em geral não fazem. Seu papel é saber buscar, questionar, fazer boas perguntas e depois, quando se obtém resultados, selecionar, guardar e agregar todas as ideias para fazer um documento próprio do aluno. Não estamos começando do zero. A Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias, com sede na Holanda, é forte e tem filiais em cada país.
IPS: Quais diretrizes a União Europeia emprega para regular os meios de comunicação?
DFM: A diretriz Televisão Sem Fronteiras foi revista e transformada em Serviços de Comunicação Audiovisual. As empresas europeias não podiam, por exemplo, fazer publicidade de produtos nos filmes. Protestavam porque estavam perdendo a batalha contra os norte-americanos, pois estes podiam. Isto foi concedido e também mais espaço para publicidade. Como contrapartida, decidimos incentivar os países a fazerem educação para a mídia. O Parlamento Europeu fez uma recomendação e as diretrizes estão em vigor desde 2010. A ideia está avançando, mas não recebeu mais recursos, então precisamos dividir o que existe para uma nova tarefa. O risco é que a educação para a mídia acabe sendo privatizada, porque a escola não pode fazê-la.
IPS: E o que é a Hollyweb?
DFM: A Hollyweb é uma associação entre os maiores produtores de mídia clássica e audiovisuais com os principais meios digitais, como Google, Disney, General Electric, Microsoft, Apple. Alguns estão se transformando em editores de conteúdos, têm escolas e penetram em outras. Já o faziam antes, mas, com as oportunidades de autopublicação e produção de conteúdos a baixo custo, aproveitam para vender seus serviços. É um sistema que está semiprivatizado. O problema não é os conteúdos serem bons ou maus, mas o princípio, a maneira de organizar sua distribuição na escola. Isto não é gratuito, tem um preço que devemos avaliar em termos de valores. Envolverde/IPS
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