Curso ensina ferramentas para Sustentabilidade e Mobilização de Recursos.
Refletir e entender a relação que existe entre legitimidade e credibilidade para mobilizar recursos de forma sustentável. Esta é a principal proposta do quinto módulo do curso instrumental Ferramentas de Gestão, em São Paulo.
Promovido pelo GIFE nos dias 17 e 18 de setembro (sexta, das 9h às 18, e sábado, das 9h às 16h) .
Realizado com o apoio do Instituto Itaú Cultural, este módulo busca ensinar o cursista as ferramentas para se produzir um plano de ação e respectivo monitoramento e avaliação. "A proposta do curso é atender à crescente demanda por conhecimento e profissionalização das ações sociais desenvolvidas pelas organizações do terceiro setor e pela iniciativa privada”, explica o gerente da área de Conhecimento do GIFE, André Degenszajn.
Para ministrar a aula, o GIFE convidou o consultor João Paulo Altenfelder, que, entre suas qualificações, destacam-se : atuação como gerente de Planejamento Estratégico da Fundação Abrinq e Diretor-Executivo da Associação dos MBAs da FIA/USP, sócio da S.E.I – Sustentabilidade, Estratégia, Inovação, consultoria com foco na criação e implantação de modelos de negócios sustentáveis com ênfase na gestão de relacionamentos com stakeholders estratégicos, foi coordenador geral do Ciclo de Encontros sobre Sustentabilidade e Gestão Responsável em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e o World Business Council for Sustainable Development (veja currículo completo)
“Os módulos são conduzidos por consultores com ampla experiência nas suas respectivas áreas e afinados com a perspectiva do GIFE sobre o campo social. O curso traz uma combinação de conceitos fundamentais e conteúdos práticos sobre temas relevantes para gestores de projetos sociais e profissionais interessados em ampliar seu conhecimento sobre o terceiro setor”, afirma Degenszajn.
Conteúdo Programático
- Conceitos e debate – Onde está a credibilidade e legitimidade de uma ONG?
- Sustentabilidade para organizações do terceiro setor – relacionamento com partes interessadas
- Inteligência Social – processo e case Instituto Redecard
- Posicionamento estratégico – confronto e integração
- Plano de Mobilização de recursos – passos necessários
- Monitoramento e avaliação – ferramentas práticas e envolvimento do conselho
As inscrições devem ser feitas exclusivamente na seção Cursos GIFE, deste site, onde estão disponibilizadas as informações completas sobre conteúdo, consultores e valores. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo tel. (11) 3816 1209, ramal 56, ou pelo e-mail: cursos@gife.org.br.
Conheça a programação para os próximos módulos:
Módulo 6 - Gestão de projetos Culturais
29 e 30 de outubro
Consultor:
Leonardo Brant é consultor, pesquisador de políticas culturais. Presidente da Brant Associados, responsável pelo desenho do investimento privado de empresas como Avon, Bombril, Comgás, Fundação Vale, Instituto Vivo, entre outras. Autor do livro O Poder da Cultura, entre outros e editor do site Cultura e Mercado. Fundou e presidiu o Instituto Pensarte (Brasil) e Divercult (Espanha). Foi vice-presidente da International Network for Cultural Diversity de 2002 a 2006, com destacada atuação em torno da Convenção da Unesco para a Diversidade Cultural. É um dos fundadores do CEMEC – Centro de Estudos de Mídia Entretenimento e Cultura. Em abril de 2007 foi condecorado com a medalha de vermeil pela Academia de Artes Ciências e Letras da França.
Módulo 7 - Gestão organizacional, administrativa e financeira de organizações sociais
26 e 27 de novembro
Consultor
Eleno Gonçalves Jr. é formado em administração de empresas pela EAESP/FGV (1999), especializou-se em Gestão de Iniciativas Sociais pela UFRJ (COPPE, em 2002), e possui dez anos de atuação como administrador, em organizações de diferentes perfis, como o Grupo Pão de Açúcar, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Cidade Escola Aprendiz (COMGÁS) e outras, atuando tanto em áreas de gestão de pessoas quanto financeira. Há cerca de três anos é gerente institucional do GIFE - organização da sociedade civil de interesse público que reúne investidores sociais privados do Brasil. Coordenou em 2009 a publicação da primeira edição do Guia das Melhores Práticas de Governança para Fundações e Institutos Empresariais.
Organizações que estiverem interessadas em promover uma edição do Curso Ferramentas de Gestão customizada, podem contratar o formato IN COMPANY, conheça o trabalho!
Paulo Santiago
RENAS Campinas Comunicação
blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
II Encontro de formação dos educadores
II Encontro de formação dos educadores de Campinas e Região
Programação: Sábado dia 28 de agosto das 8:00 às 17 horas
MANHÃ:
Credenciamento: Entre 8:00 e 9:00 horas
Abertura: 9:00 horas
Palestra: 9:15 - Ivani Fazenda (PUCSP-GEPI): O conhecimento, a interdisciplinaridade e a formação dos educadores
Café: Entre 10:30 e 11:00 Livro "Desafios e Perspectivas da Educação Social"(lançamento e divulgação de livro)
Debate: entre 11 e 12 horas: Discussão com os participantes do encontro
ALMOÇO: ENTRE 12 E 14 horas
TARDE:
MiniCursos: entre 14:00 e 17:00 horas
Cada participante poderá escolher apenas um dos minicursos:
1) Dependência química
2) Ecopedagogia
3) Educação inclusiva
4) Educação infantil
5) Filosofia clínica
6) Gerontologia
7) História e cultura afro-brasileira
8) Infância e Violência Doméstica contra a Criança e o Adolescente
9) Metodologia do Ensino de filosofia
10) Pedagogia social
11) Psicopedagogia
Programação: Sábado dia 28 de agosto das 8:00 às 17 horas
MANHÃ:
Credenciamento: Entre 8:00 e 9:00 horas
Abertura: 9:00 horas
Palestra: 9:15 - Ivani Fazenda (PUCSP-GEPI): O conhecimento, a interdisciplinaridade e a formação dos educadores
Café: Entre 10:30 e 11:00 Livro "Desafios e Perspectivas da Educação Social"(lançamento e divulgação de livro)
Debate: entre 11 e 12 horas: Discussão com os participantes do encontro
ALMOÇO: ENTRE 12 E 14 horas
TARDE:
MiniCursos: entre 14:00 e 17:00 horas
Cada participante poderá escolher apenas um dos minicursos:
1) Dependência química
2) Ecopedagogia
3) Educação inclusiva
4) Educação infantil
5) Filosofia clínica
6) Gerontologia
7) História e cultura afro-brasileira
8) Infância e Violência Doméstica contra a Criança e o Adolescente
9) Metodologia do Ensino de filosofia
10) Pedagogia social
11) Psicopedagogia
Psicologia do Cinema
PSICOCINE - A Psicologia do Cinema - 12 Anos
Apresenta a Palestra
INVENÇÕES AMOROSAS
Odisséias contemporâneas
Sábado, 28 Agosto 2010, 16h00
Com Patrícia Badari - Psicanalista Lacaniana
Mestre em Psicologia Clínica - PUC-SP
Um pequeno movimento de corpo, um detalhe no olhar, o mexer dos lábios, um sorriso. Amores instantâneos, infernais ou singelas cartas de amor. Encontros e desencontros, diversos modos de amar e pequenas invenções.
Eis o amor. E o que de inédito pode advir após um imprevisto que desordena todos os pactos silenciosos que podem constituir a relação de um homem e uma mulher?
Se há uma inconsistência e um inominável em todo encontro, e mesmo que se ame “só o trivial do momento”, de toda forma, é possível escrever um amor. Tecer palavras delicadamente articuladas - uma espécie de composição poética que singulariza cada relação amorosa e a torna única.
Esta é a arte de amar. Amar sem uma regra, sem uma espécie. Amar por amar.
Informações Gerais: Palestra inspirada em pesquisa de mestrado sobre o amor na contemporaneidade, subjetividade e cinema.
Filmes Comentados: "Amores Possíveis" (Sandra Werneck), "Eu sei que vou te amar" (Arnaldo Jabor), "Herencia" (Paula Hernandéz), "Fatal" (Isabel Coixet), "Uma relação pornográfica" (Frédéric Fonteyne), "2046" (Wong Kar Wai) e "Da vida das marionetes" (Ingmar Bergman).
Referências: Lacan, poesia, literatura, música, cinema, amores...
Docente: Patrícia Badari - Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica (PUC-SP). Membro da Escola Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise.
Coordenador: Henrique Marcusso - Psicólogo - PUC-SP
Taxa: R$ 60,00. Descontos para Estudantes e Profissionais das Áreas de Áudio-Visual e Artes-Dramáticas. Aula incluída no curso "Epifanias do Desejo".
Data: Sábado, 28 Agosto, das 16 às 19h. Reservas: Até 25 de agosto.
Local: Rua Áurea, 77. V. Mariana. Entre Metrô Ana Rosa e Ibirapuera.
Realização:
Borboleta Violeta Estúdio - Cursos Culturais
Arte - Idiomas - Cinema - Psicologia
E-mail: hmarcusso@yahoo.com
Blog: http://cinepsicologia.blogspot.com/
Tel: 5572 8837
Apresenta a Palestra
INVENÇÕES AMOROSAS
Odisséias contemporâneas
Sábado, 28 Agosto 2010, 16h00
Com Patrícia Badari - Psicanalista Lacaniana
Mestre em Psicologia Clínica - PUC-SP
Um pequeno movimento de corpo, um detalhe no olhar, o mexer dos lábios, um sorriso. Amores instantâneos, infernais ou singelas cartas de amor. Encontros e desencontros, diversos modos de amar e pequenas invenções.
Eis o amor. E o que de inédito pode advir após um imprevisto que desordena todos os pactos silenciosos que podem constituir a relação de um homem e uma mulher?
Se há uma inconsistência e um inominável em todo encontro, e mesmo que se ame “só o trivial do momento”, de toda forma, é possível escrever um amor. Tecer palavras delicadamente articuladas - uma espécie de composição poética que singulariza cada relação amorosa e a torna única.
Esta é a arte de amar. Amar sem uma regra, sem uma espécie. Amar por amar.
Informações Gerais: Palestra inspirada em pesquisa de mestrado sobre o amor na contemporaneidade, subjetividade e cinema.
Filmes Comentados: "Amores Possíveis" (Sandra Werneck), "Eu sei que vou te amar" (Arnaldo Jabor), "Herencia" (Paula Hernandéz), "Fatal" (Isabel Coixet), "Uma relação pornográfica" (Frédéric Fonteyne), "2046" (Wong Kar Wai) e "Da vida das marionetes" (Ingmar Bergman).
Referências: Lacan, poesia, literatura, música, cinema, amores...
Docente: Patrícia Badari - Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica (PUC-SP). Membro da Escola Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise.
Coordenador: Henrique Marcusso - Psicólogo - PUC-SP
Taxa: R$ 60,00. Descontos para Estudantes e Profissionais das Áreas de Áudio-Visual e Artes-Dramáticas. Aula incluída no curso "Epifanias do Desejo".
Data: Sábado, 28 Agosto, das 16 às 19h. Reservas: Até 25 de agosto.
Local: Rua Áurea, 77. V. Mariana. Entre Metrô Ana Rosa e Ibirapuera.
Realização:
Borboleta Violeta Estúdio - Cursos Culturais
Arte - Idiomas - Cinema - Psicologia
E-mail: hmarcusso@yahoo.com
Blog: http://cinepsicologia.blogspot.com/
Tel: 5572 8837
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Premio PriceWaterhouseCoopers a la Educación 2010
Premio PriceWaterhouseCoopers a la Educación 2010: cierra el 1º de septiembre!
El Premio PricewaterhouseCoopers a la Educación apunta anualmente a reconocer a las instituciones educativas que desarrollan experiencias de aprendizaje-servicio. En esta Séptima Edición del Premio PricewaterhouseCoopers a la Educación, en coincidencia con la celebración del Bicentenario de la Revolución de Mayo, se busca reconocer y fortalecer aquellas experiencias de aprendizaje-servicio que apuntan a la preservación y promoción del patrimonio cultural local llevadas a cabo por escuelas secundarias, especialmente aquellas desarrolladas en alianza con instituciones culturales, organizaciones comunitarias, de base u organizaciones de la sociedad civil.
Para cada una de las cuatro experiencias ganadoras se entregará la suma de $10.000. Hay tiempo para anotarse y enviar la ficha de presentación hasta el 1º de septiembre.
Más información en http://www.pwc.com/ar/es/premio-a-la-educacion/septima-edicion.jhtml o descargar bases y ficha de presentación.
El Premio PricewaterhouseCoopers a la Educación apunta anualmente a reconocer a las instituciones educativas que desarrollan experiencias de aprendizaje-servicio. En esta Séptima Edición del Premio PricewaterhouseCoopers a la Educación, en coincidencia con la celebración del Bicentenario de la Revolución de Mayo, se busca reconocer y fortalecer aquellas experiencias de aprendizaje-servicio que apuntan a la preservación y promoción del patrimonio cultural local llevadas a cabo por escuelas secundarias, especialmente aquellas desarrolladas en alianza con instituciones culturales, organizaciones comunitarias, de base u organizaciones de la sociedad civil.
Para cada una de las cuatro experiencias ganadoras se entregará la suma de $10.000. Hay tiempo para anotarse y enviar la ficha de presentación hasta el 1º de septiembre.
Más información en http://www.pwc.com/ar/es/premio-a-la-educacion/septima-edicion.jhtml o descargar bases y ficha de presentación.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Aimé Césaire et Frantz Fanon entre décolonisation et postcolonial
Palestra
Aimé Césaire et Frantz Fanon entre décolonisation et postcolonial
(Tradução simultânea do Prof. Dr. Omar Ribeiro Thomaz - IFCH - UNICAMP)
Expositor: Prof. Dr. Pierre Bouvier
Departamento de Sociologia da Université de Paris X Nanterre e membro do LAIOS (Laboratoire d'Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales) - EHESS.
Local: Auditório II - IFCH - UNICAMP
Data:19/08/2010
Horário: 14:00
Organização: Profª. Drª. Marta Jardim
Promoção: Programa de Pós-Graduação em História - IFCH e Programa de Pós-Graduação em Antropologia
Aimé Césaire et Frantz Fanon entre décolonisation et postcolonial
(Tradução simultânea do Prof. Dr. Omar Ribeiro Thomaz - IFCH - UNICAMP)
Expositor: Prof. Dr. Pierre Bouvier
Departamento de Sociologia da Université de Paris X Nanterre e membro do LAIOS (Laboratoire d'Anthropologie des Institutions et des Organisations Sociales) - EHESS.
Local: Auditório II - IFCH - UNICAMP
Data:19/08/2010
Horário: 14:00
Organização: Profª. Drª. Marta Jardim
Promoção: Programa de Pós-Graduação em História - IFCH e Programa de Pós-Graduação em Antropologia
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS
CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA
O estadunidense Noam Chomsky, o linguista mais mais citado no mundo, elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia, e já encaminhei aqui, mas vale a pena ver de novo:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Fonte: LISTA DE DISCUSSÃO
Associação Cultural Cinemateca Catarinense | ABD-SC
Rua XV de Novembro, 344 Centro
Florianópolis Santa Catarina - 88010.400
Expediente: 13h30 ~ 17h30. Fone: 48 3224.7239 / 9905.0747
contato@cinematecacatarinense.org / www.cinematecacatarinense.org
O estadunidense Noam Chomsky, o linguista mais mais citado no mundo, elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia, e já encaminhei aqui, mas vale a pena ver de novo:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Fonte: LISTA DE DISCUSSÃO
Associação Cultural Cinemateca Catarinense | ABD-SC
Rua XV de Novembro, 344 Centro
Florianópolis Santa Catarina - 88010.400
Expediente: 13h30 ~ 17h30. Fone: 48 3224.7239 / 9905.0747
contato@cinematecacatarinense.org / www.cinematecacatarinense.org
terça-feira, 3 de agosto de 2010
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