segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Roda de Choro na Cia Sarau e lançto de CD

Caro amigo, Faremos mais uma Roda de Choro na Cia Sarau, desta vez a abertura do ano 2012 ! Será no próximo Domingo, dia 05 de Fevereiro, com o grupo Chorando na Sombra e convidados. Será a Roda de Choro de número 43. O "Chorando na Sombra", tocando esta Roda há quase quatro anos e meio já (!), é integrado por: Márcio Modesto - flauta; Lucas Arantes - cavaquinho; Edu Fiorussi - violão de sete cordas; Roberto Amaral - pandeiro. No repertório estão presentes clássicos do choro, além de composições da nova geração de chorões. O seresteiro Roberto Mahn tem incluído no repertório belas canções brasileiras. A Entrada é gratuita, a partir das 18h30 HBV. A Cia Sarau fica na R. José Martins, 1899 - V. Sta. Izabel Barão Geraldo, Campinas. Venha para ouvir boa música com seus amigos e amigas. Abraço, Tucun. Outras notícias: Aproveito para anunciar o lançamento do CD "Tem Carrêgo", novo trabalho do grupo CarcoArco, integrado por Esdras Rodrigues, Fábio dos Santos, Mauro Braga e Roberto Péres Magrão. Será no SesC Campinas, nos dias 02 e 03 de Fevereiro, às 20h00, com ingressos a R$ 4,00. Música de primeira ! Será realizada também, na Cia Sarau, uma oficina de Produção Cultural, atividade do Ponto de Cultura Boa Companhia (SEC/MinC) e em parceria e com produção de Daniele Sampaio. Destinada a profissionais da área, teve sua lotação esgotada rapidamente. No fim de semana do 11 e 12 de Fevereiro.

Condenado por racismo: Indenização será de R$ 54 mil a família que se sentiu atingida

fonte da informação: http://mariadapenhaneles.blogspot.com/2012/01/governo-alckmin-e-condenado-por-racismo.html Fernando Porfírio O governo paulista foi condenado por disseminar o medo e a discriminação racial dentro de sala de aula. A decisão é do Tribunal de Justiça que deu uma “dura” no poder público e condenou o Estado a pagar indenização de R$ 54 mil a uma família negra. De acordo com a corte de Justiça, a escola deve ser um ambiente de pluralidade e não de intolerância racial. O Estado quedou-se calado e não recorreu da decisão como é comum em processos sobre dano moral. O juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, a quem cabe efetivar a decisão judicial e garantir o pagamento da indenização, deu prazo até 5 de abril para que o Estado dê início à execução da sentença. O caso ocorreu na capital do Estado mais rico da Federação e num país que preza o Estado Democrático de Direito instituído há quase 24 anos pela Constituição Federal de 1988. Uma professora da 2ª série do ensino fundamental, de uma escola estadual pública, distribuiu material pedagógico supostamente discriminatório em relação aos negros. De acordo com a decisão, a linguagem e conteúdo usados no texto são de discriminatórias e de mau gosto. Na redação – com o título “Uma família diferente” – lê-se: Era uma vez uma família que existia lá no céu. O pai era o sol, a mãe era a lua e os filhinhos eram as estrelas. Os avós eram os cometas e o irmão mais velho era o planeta terra. Um dia apareceu um demônio que era o buraco negro. O sol e as estrelinhas pegaram o buraco negro e bateram, bateram nele. O buraco negro foi embora e a família viveu feliz. O exercício de sala de aula mandava o aluno criar um novo texto e inventar uma família, além de desenhar essa “família diferente”. Um dos textos apresentados ao processo foi escrito pela aluna Bianca, de sete anos. Chamava-se “Uma Família colorida” e foi assim descrito: “Era uma vez uma família colorida. A mãe era a vermelha, o pai era o azul e os filhinhos eram o rosa. Havia um homem mau que era o preto. Um dia, o preto decidiu ir lá na casa colorida.Quando chegou lá, ele tentou roubar os rosinhas, mas aí apareceu o poderoso azul e chamou a família inteira para ajudar a bater no preto. O preto disse: - Não me batam, eu juro que nunca mais vou me atrever a colocar os pés aqui. Eu juro. E assim o azul soltou o preto e a família viveu feliz para sempre”. A indenização, que terá de sair dos cofres públicos, havia sido estabelecida na primeira instância em R$ 10,2 mil para os pais do garoto e de R$ 5,1 mil para a criança, foi reformada. Por entender que o fato era “absolutamente grave”, o Tribunal paulista aumentou o valor do dano moral para R$ 54 mil – sendo R$ 27 mil para os pais e o mesmo montante para a criança. De acordo com a 7ª Câmara de Direito Público, no caso levado ao Judiciário, o Estado paulista afrontou o princípio constitucional de repúdio ao racismo, de eliminação da discriminação racial, além de malferir os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana. “Sem qualquer juízo sobre a existência de dolo ou má-fé, custa a crer que educadores do Estado de São Paulo, a quem se encarrega da formação espiritual e ética de milhares de crianças e futuros cidadãos, tenham permitido que se fizesse circular no ambiente pedagógico, que deve ser de promoção da igualdade e da dignidade humana, material de clara natureza preconceituosa, de modo a induzir, como induziu, basta ver o texto da pequena Bianca o medo e a discriminação em relação aos negros, reforçando, ainda mais, o sentimento de exclusão em relação aos diferentes”, afirmou o relator do recurso, desembargador Magalhães Coelho. Segundo o relator, a discriminação racial está latente, “invisível muitas vezes aos olhares menos críticos e sensíveis”. De acordo com o desembargador Magalhães Coelho, o racismo está, sobretudo, na imagem estereotipada do negro na literatura escolar, onde não é cidadão, não tem história, nem heróis. Para o relator, ao contrário, é mau, violento, criminoso e está sempre em situações subalternas. “Não é por outra razão que o texto referido nos autos induz as crianças, inocentes que são, à reprodução do discurso e das práticas discriminatórias”, afirmou Magalhães Coelho. “Não é a toa que o céu tem o sol, a lua, as estrelas e o buraco negro, que é o vilão da narrativa, nem que há “azuis poderosos”, “rosas delicados” e “pretos” agressores e ladrões”, completou. O desembargador destacou que existe um passado no país que não é valorizado, que não está nos livros e, muito menos, se aprende nas escolas. “Antes ao contrário, a pretexto de uma certa “democracia racial”, esconde-se a realidade cruel da discriminação, tão velada quanto violenta”, disse. Segundo Magalhães Coelho, na abstração dos conceitos, o negro, o preto, o judeu, o árabe, o nordestino são apenas adjetivos qualificativos da raça, cor ou região, sem qualquer conotação pejorativa. “Há na ideologia dominante, falada pelo direito e seus agentes, uma enorme dificuldade em se admitir que há no Brasil, sim, resquícios de uma sociedade escravocrata e racista, cuja raiz se encontra nos processos históricos de exploração econômica, cujas estratégias de dominação incluem a supressão da história das classes oprimidas, na qual estão a maioria esmagadora dos negros brasileiros”, reconheceu e concluiu o desembargador.

Educação para a mídia

RESGATE - Revista Interdisciplinar de Cultura Resgate – Revista Interdisciplinar de Cultura, concebida e produzida pelo Centro de Memória-Unicamp (CMU), configura-se como uma publicação que visa atingir um público acadêmico que busca informações científicas nas áreas de história, cultura, patrimônio, memória, tradição, identidade, comunicação e história oral. Acesso livre, através de cadastro on line: http://www.cmu.unicamp.br/seer/index.php/resgate Organização: Centro de Memória da Unicamp.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Brincando com pontuação...

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim: Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes. 1) A irmã fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 2) O sobrinho chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres 3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

IV Congresso Internacional de Pedagogia Social

O IV CIPS ocorrerá em duas universidades de Campinas (UNICAMP e UNISAL) e em São Paulo (PUC/USP/MACKENZIE). Nas universidades situadas na cidade de São Paulo estão programadas 03 mesas temáticas e 36 apresentações orais nos simpósios de pesquisa e pós-graduação. Em Campinas, estão programadas 03 conferências, 14 mesas temáticas, 08 oficinas (técnicas/profissionais) e artísticas, 03 ou 04 mini-cursos e duas sessões de vídeo-posteres, além de um encerramento com atividades culturais. Trata-se de evento com estimativa de 700 a 1000 inscritos, com convidados da América Latina, Ásia, África, América do Norte e Europa, que se propõe a aprofundar a reflexão teórica, a investigação das praticas no campo das profissões sociais, bem como contribuir para o aumento da produção de conhecimento na área. Inscrições e Informações: http://www.fe.unicamp.br/cips4/inicio.html

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Primeira atividade - Turma de Pedagogia Social - Unisal jan/2012 - Tema: Redes Sociais e a atividade educativa: Elias, Adriana, Daniela, Taís, Odair, Jaqueline, Leila, Sandra, Rúbia, Fernanda, Cezar, Natália, Salete.

África conectada

Uma das coisas notáveis em toda a África nos dias de hoje é quantas pessoas têm telefones celulares, por exemplo: 71 por cento dos adultos na Nigéria, 62 por cento em Botswana, e mais de metade da população em Gana e no Quênia, têm um telefone celular de acordo com uma pesquisa Gallup de 2011. O uso do telefone celular tem crescido mais rápido na África do que em qualquer outra região do mundo desde 2003, segundo a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. África tornou-se segunda região do mundo mais conectado depois da Ásia no final de 2011, com 616 milhões de assinantes móveis, de acordo com Informação da Telecoms & Media sediada no Reino Unido.