MINISTERIO DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
TERCEIRO CICLO DE PALESTRAS – 2011
O objetivo do Ministério de Orientação Profissional da Igreja do Nazareno Central de Campinas é capacitar profissionais para que conquistem uma vaga no mercado de trabalho e recebam apoio espiritual.
Data do terceiro Ciclo de Palestra: Dia 07/05/2011 (sábado) das 08hs às 15hs
Local: Auditório do CEN – Centro Educacional Nazareno
Rua: José Paulino, 1771 – 2º andar – Auditório
Entrada pela Igreja do Nazareno Central.
Agenda das Palestras:
8hs. – Abertura e devocional
8hs30ms – Palestra sobre autoconhecimento
9hs30ms – Como preparar um currículo
10hs30ms - O perfil do profissional desejado pelo mercado atual
11hs30ms – Como divulgar o seu currículo e ter uma network eficiente
12hs30ms – Almoço
13hs30ms – Como se comportar em uma entrevista e ou dinâmica de grupo
14hs 30ms – Encerramento.
Inscrições: malu@d2consultoria.com.br
Informações: 19 – 3012 9193
Vagas Limitadas
blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Proteção de Trabalhadores Expostos ao Benzeno - 2011
Fórum Permanente de Meio Ambiente e Sociedade
dia 03 de maio de 2011, cujo tema é:
“Proteção de Trabalhadores Expostos ao Benzeno”
As inscrições poderão ser feitas através do site: http://foruns.bc.unicamp.br/energia/foruns_energia.php
dia 03 de maio de 2011, cujo tema é:
“Proteção de Trabalhadores Expostos ao Benzeno”
As inscrições poderão ser feitas através do site: http://foruns.bc.unicamp.br/energia/foruns_energia.php
Reflexões sobre o Ensino da Arte no Ensino Fundamental e Médio - 2011
Fórum Permanente de Arte e Cultura - Unicamp
dia 05 de maio de 2011.
“Reflexões sobre o Ensino da Arte no Ensino Fundamental e Médio”
As inscrições poderão ser feitas através do site: http://foruns.bc.unicamp.br/arte/foruns_arte.php
dia 05 de maio de 2011.
“Reflexões sobre o Ensino da Arte no Ensino Fundamental e Médio”
As inscrições poderão ser feitas através do site: http://foruns.bc.unicamp.br/arte/foruns_arte.php
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Lançamento do Livro "Opção pelos pobres no Século XXI"
O CDDH-Campinas, em parceria com outras entidades, convida você para o Lançamento do Livro “Opção pelos pobres no século XXI”, organizado pelo CEFEP – Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara.
dia 02 de Maio, segunda-feira, às 19:30 horas
local: Paróquia Divino Salvador (Av. Júlio de Mesquita, 126 - Cambuí).
O lançamento deste livro será um momento de reflexão sobre a ação pastoral na dimensão da Fé e Política. A experiência de superação da pobreza e o aprendizado para a ação transformadora abrem caminhos para aqueles e aquelas que fazem da política seu campo preferencial para a prática da fé cristã e a defesa dos direitos humanos.
Estarão conosco neste rico momento de reflexão vários co-autores do livro, entre eles o Pe. Ernane Pinheiro, assessor político da CNBB, e o economista Márcio Pochmann, presidente do IPEA. Segue convite em anexo.
Esperamos poder contar com sua presença e apoio na divulgação junto a suas listas e contatos.
Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Campinas.
dia 02 de Maio, segunda-feira, às 19:30 horas
local: Paróquia Divino Salvador (Av. Júlio de Mesquita, 126 - Cambuí).
O lançamento deste livro será um momento de reflexão sobre a ação pastoral na dimensão da Fé e Política. A experiência de superação da pobreza e o aprendizado para a ação transformadora abrem caminhos para aqueles e aquelas que fazem da política seu campo preferencial para a prática da fé cristã e a defesa dos direitos humanos.
Estarão conosco neste rico momento de reflexão vários co-autores do livro, entre eles o Pe. Ernane Pinheiro, assessor político da CNBB, e o economista Márcio Pochmann, presidente do IPEA. Segue convite em anexo.
Esperamos poder contar com sua presença e apoio na divulgação junto a suas listas e contatos.
Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Campinas.
Por que Wellington matou na escola?
in Jornal Correio Popular - Campinas, 26/04/2011
(*) Nelson Gervoni
Passados alguns dias da chacina de Realengo, muitas coisas foram ditas, perguntadas e respondidas sobre o infeliz episódio e seu autor. Mas há perguntas que nos remetem a importantes questões educacionais. Por exemplo, por que Wellington Menezes de Oliveira escolheu justamente a escola onde estudou? Por que não preferiu outro lugar com maior aglomeração de pessoas como palco da sua chacina?
É que o rapaz nutria um psicótico desejo de se vingar. Mas se vingar de quem, ou de que, haja vista que matou crianças indefesas que sequer o conheciam? Welington intentava se vingar da escola como instituição, pois foi justamente ali que viu sua dignidade arrasada. Em um de seus vídeos o assino tenta explicar que aquilo que faria “não é exclusivamente pelo que é conhecido como bullying” que teria sofrido, mas se referiu às “pessoas cruéis, covardes, que se aproveitam da bondade, da inocência, da fraqueza de pessoas incapazes de se defenderem”, numa referência embutida aos abusos que sofrera na escola, confirmados mais tarde por alguns ex-colegas.
É claro que se todas as crianças que passassem pelo que Wellington passou e fizessem o que ele fez, estaríamos perdidos! Mas, trata-se aqui de um desajustado mental. E, embora nem todo desajustado reaja tão tragicamente, alguns o fazem, como neste caso. Então, que fazer para que crianças não passem por isso, para que não sejam humilhadas num ambiente onde deveriam ser exaltadas? A pergunta nos remete ao terreno da Educação.
Educadores discutem se a escola deve ou não lidar com a formação moral dos alunos. Boa parte dos educadores acredita que esta é uma tarefa exclusiva da família, argumentando que a escola é impotente diante de questões tão complexas como estas. Não obstante é preciso reconhecer que na escola as possibilidades de desenvolvimento das relações interpessoais são muito maiores que na família. Não se está dizendo que esta seja uma responsabilidade somente da escola, mão não podemos negar que a escola precisa interferir nesta questão. Esta é uma tarefa desafiadora, de responsabilidade da família, conjuntamente com outros importantes setores da sociedade, entre eles a escola.
Precisamos nos convencer que é papel da escola interferir pedagogicamente nas relações interpessoais de seus alunos, contribuindo para a formação de cidadãos autônomos que lidem com suas questões e se relacionem com as demais pessoas de forma ética e moral.
Mas é preciso saber que moral e ética não se transmite através de um conjunto de normas, deveres e obrigações. Tentou-se fazer isso nos anos da ditadura militar, através da disciplina de Educação Moral e Cívica e o resultado foi uma geração de cidadãos heterônomos (cidadania não combina com heteronomia) que, ou se rebela ou se submete unilateralmente, por medo ou coação.
Mas o que fazer na escola para torná-la um ambiente de cooperação e relações éticas e morais?
Primeiramente é preciso lembrar que a escola é um lugar de relações interpessoais e, consequentemente, um lugar de conflitos. Em outras palavras, onde há pessoas se relacionando há conflitos. A partir disso é necessário compreender que os conflitos são excelentes oportunidades para a aprendizagem. Geralmente a forma de reagir aos conflitos são procedimentos coercitivos, quando não se trabalham suas causas, apenas atacam-se as suas conseqüências.
Também é preciso maior cuidado com as regras. As escolas priorizam as regras convencionais em detrimento das regras morais. Por exemplo, uma aluna reclama com a professora que o colega a xingou de piranha e esta lhe diz para não se importar, pois ela não é peixe. Na mesma aula outro aluno é levado para a diretoria porque desobedeceu a norma que proíbe o uso de boné! Aí as crianças entendem que xingar pode, usar boné não. Muitos conflitos ocorrem na escola em resultado da qualidade e da quantidade de regras. As regras precisam ser justificadas e é preciso levar as crianças a conhecer quais são os princípios que as fundamentam.
A escola precisa ser um ambiente sócio-moral-cooperativo, onde as crianças sejam ouvidas e participem da discussão e construção dos processos que lhes dizem respeito. Onde possam expressar seus sentimentos e sejam preparadas para lidar com as questões que envolvem os relacionamentos interpessoais. Assim teremos cidadãos mais autônomos, mais preparados para a vida.
(*) Nelson Gervoni é membro do GEPEM – Grupo de Estudo e Pesquisa em Moralidade, da Faculdade de Educação da Unicamp e Especialista em Relações Interpessoais na Escola.
(*) Nelson Gervoni
Passados alguns dias da chacina de Realengo, muitas coisas foram ditas, perguntadas e respondidas sobre o infeliz episódio e seu autor. Mas há perguntas que nos remetem a importantes questões educacionais. Por exemplo, por que Wellington Menezes de Oliveira escolheu justamente a escola onde estudou? Por que não preferiu outro lugar com maior aglomeração de pessoas como palco da sua chacina?
É que o rapaz nutria um psicótico desejo de se vingar. Mas se vingar de quem, ou de que, haja vista que matou crianças indefesas que sequer o conheciam? Welington intentava se vingar da escola como instituição, pois foi justamente ali que viu sua dignidade arrasada. Em um de seus vídeos o assino tenta explicar que aquilo que faria “não é exclusivamente pelo que é conhecido como bullying” que teria sofrido, mas se referiu às “pessoas cruéis, covardes, que se aproveitam da bondade, da inocência, da fraqueza de pessoas incapazes de se defenderem”, numa referência embutida aos abusos que sofrera na escola, confirmados mais tarde por alguns ex-colegas.
É claro que se todas as crianças que passassem pelo que Wellington passou e fizessem o que ele fez, estaríamos perdidos! Mas, trata-se aqui de um desajustado mental. E, embora nem todo desajustado reaja tão tragicamente, alguns o fazem, como neste caso. Então, que fazer para que crianças não passem por isso, para que não sejam humilhadas num ambiente onde deveriam ser exaltadas? A pergunta nos remete ao terreno da Educação.
Educadores discutem se a escola deve ou não lidar com a formação moral dos alunos. Boa parte dos educadores acredita que esta é uma tarefa exclusiva da família, argumentando que a escola é impotente diante de questões tão complexas como estas. Não obstante é preciso reconhecer que na escola as possibilidades de desenvolvimento das relações interpessoais são muito maiores que na família. Não se está dizendo que esta seja uma responsabilidade somente da escola, mão não podemos negar que a escola precisa interferir nesta questão. Esta é uma tarefa desafiadora, de responsabilidade da família, conjuntamente com outros importantes setores da sociedade, entre eles a escola.
Precisamos nos convencer que é papel da escola interferir pedagogicamente nas relações interpessoais de seus alunos, contribuindo para a formação de cidadãos autônomos que lidem com suas questões e se relacionem com as demais pessoas de forma ética e moral.
Mas é preciso saber que moral e ética não se transmite através de um conjunto de normas, deveres e obrigações. Tentou-se fazer isso nos anos da ditadura militar, através da disciplina de Educação Moral e Cívica e o resultado foi uma geração de cidadãos heterônomos (cidadania não combina com heteronomia) que, ou se rebela ou se submete unilateralmente, por medo ou coação.
Mas o que fazer na escola para torná-la um ambiente de cooperação e relações éticas e morais?
Primeiramente é preciso lembrar que a escola é um lugar de relações interpessoais e, consequentemente, um lugar de conflitos. Em outras palavras, onde há pessoas se relacionando há conflitos. A partir disso é necessário compreender que os conflitos são excelentes oportunidades para a aprendizagem. Geralmente a forma de reagir aos conflitos são procedimentos coercitivos, quando não se trabalham suas causas, apenas atacam-se as suas conseqüências.
Também é preciso maior cuidado com as regras. As escolas priorizam as regras convencionais em detrimento das regras morais. Por exemplo, uma aluna reclama com a professora que o colega a xingou de piranha e esta lhe diz para não se importar, pois ela não é peixe. Na mesma aula outro aluno é levado para a diretoria porque desobedeceu a norma que proíbe o uso de boné! Aí as crianças entendem que xingar pode, usar boné não. Muitos conflitos ocorrem na escola em resultado da qualidade e da quantidade de regras. As regras precisam ser justificadas e é preciso levar as crianças a conhecer quais são os princípios que as fundamentam.
A escola precisa ser um ambiente sócio-moral-cooperativo, onde as crianças sejam ouvidas e participem da discussão e construção dos processos que lhes dizem respeito. Onde possam expressar seus sentimentos e sejam preparadas para lidar com as questões que envolvem os relacionamentos interpessoais. Assim teremos cidadãos mais autônomos, mais preparados para a vida.
(*) Nelson Gervoni é membro do GEPEM – Grupo de Estudo e Pesquisa em Moralidade, da Faculdade de Educação da Unicamp e Especialista em Relações Interpessoais na Escola.
terça-feira, 19 de abril de 2011
O PODER DO ELOGIO
O PODER DO ELOGIO
in jornal Correio Popular - Campinas - 13/04/2011
Uma das necessidades intrínsecas do ser humano é a da realização. Todos precisamos fazer algo para dizer que fomos nós que o fizemos. Em certa medida, somos avaliados pelo que fazemos, mais do que pelo que somos ou temos. A crise da meia-idade no homem fica mais acentuada se, ao olhar para trás, ele não fez nada do que possa orgulhar-se.
Esta necessidade é irmã gêmea de outra, a do reconhecimento. Precisamos ser reconhecidos como pessoas atuantes e realizadoras. Se alguém faz algo sem que ninguém note o que ele está fazendo, deixará de fazê-lo depois de um tempo, salvo se for um louco totalmente desligado da realidade. O trabalhado invisível parece um mito. Todos, sem exceção (pelo menos na minha ótica) precisamos de alguém que saiba do que fazemos. Isto leva a uma regra do trabalho: toda pessoa que faz qualquer coisa sem ter que reportar a alguém, ou deixará de fazê-lo ou nunca o fará com excelência.
Todos sonhamos em fazer algo que nos perpetue na memória dos outros. Com facilidade incrível dizemos que isto ou aquilo é um “marco histórico”, “algo que vai entrar para a história”, porque necessitamos crer que nossos atos serão lembrados ad eternum.
Estas considerações preliminares servem para introduzir minhas reflexões sobre o episódio de Realengo e outros similares ao redor do mundo. Há um corte de similitude nos personagens destes eventos trágicos, assim como de bandidos que se tornaram famosos: foram pessoas não notadas, não reconhecidas, não valorizadas pelos colegas e família. Vítimas de chacota, nunca foram reconhecidas por seus méritos, por suas qualidades ou pelo que faziam.
O desejo de “entrar para a história”, de fazer algo que fizesse com que seus nomes fossem conhecidos, suas fotos e nomes publicados, ainda que nas páginas policiais, a necessidade de serem famosos, pode ser uma das motivações para que se decidam pelo caminho enviesado do crime.
A entrevista dada pelo menino australiano que jogou o colega ao chão depois de ser agredido mostra um jovem que não era reconhecido nem pelo pai, que afirma que se assustou ao saber que por três anos seu filho estava sendo vítima de chacotas, brincadeiras humilhantes e desprezo. Um pai que não notava a presença e a vida do filho. Nem o pai o reconhecia. O mesmo é válido para o outro apresentado como o agressor, que não vive com a mãe e tem um pai manipulador.
Vivemos tempos de extrema competitividade, de vidas centradas em si mesmas e perdemos a cultura do elogio, do reconhecimento do outro como ator e causador de coisas boas. Somos rápidos em criticar, tardios em elogiar. E digo isto especialmente em relação aos pais no processo de educação dos filhos. Se elogiamos, não o fazemos com a mesma carga emocional da crítica, da censura.
Reconhecer que o outro existe e é autor e causador de coisas boas é uma das formas de se evitar tragédias, seja ela que magnitude tenha.
Dr. Marcos Inhauser
(19) 2121 5853 / 9798 6955
www.inhauser.com.br / marcos@inhauser.com.br
http://inhauser.blogspot.com/ / http://pt.netlog.com/inhauser
in jornal Correio Popular - Campinas - 13/04/2011
Uma das necessidades intrínsecas do ser humano é a da realização. Todos precisamos fazer algo para dizer que fomos nós que o fizemos. Em certa medida, somos avaliados pelo que fazemos, mais do que pelo que somos ou temos. A crise da meia-idade no homem fica mais acentuada se, ao olhar para trás, ele não fez nada do que possa orgulhar-se.
Esta necessidade é irmã gêmea de outra, a do reconhecimento. Precisamos ser reconhecidos como pessoas atuantes e realizadoras. Se alguém faz algo sem que ninguém note o que ele está fazendo, deixará de fazê-lo depois de um tempo, salvo se for um louco totalmente desligado da realidade. O trabalhado invisível parece um mito. Todos, sem exceção (pelo menos na minha ótica) precisamos de alguém que saiba do que fazemos. Isto leva a uma regra do trabalho: toda pessoa que faz qualquer coisa sem ter que reportar a alguém, ou deixará de fazê-lo ou nunca o fará com excelência.
Todos sonhamos em fazer algo que nos perpetue na memória dos outros. Com facilidade incrível dizemos que isto ou aquilo é um “marco histórico”, “algo que vai entrar para a história”, porque necessitamos crer que nossos atos serão lembrados ad eternum.
Estas considerações preliminares servem para introduzir minhas reflexões sobre o episódio de Realengo e outros similares ao redor do mundo. Há um corte de similitude nos personagens destes eventos trágicos, assim como de bandidos que se tornaram famosos: foram pessoas não notadas, não reconhecidas, não valorizadas pelos colegas e família. Vítimas de chacota, nunca foram reconhecidas por seus méritos, por suas qualidades ou pelo que faziam.
O desejo de “entrar para a história”, de fazer algo que fizesse com que seus nomes fossem conhecidos, suas fotos e nomes publicados, ainda que nas páginas policiais, a necessidade de serem famosos, pode ser uma das motivações para que se decidam pelo caminho enviesado do crime.
A entrevista dada pelo menino australiano que jogou o colega ao chão depois de ser agredido mostra um jovem que não era reconhecido nem pelo pai, que afirma que se assustou ao saber que por três anos seu filho estava sendo vítima de chacotas, brincadeiras humilhantes e desprezo. Um pai que não notava a presença e a vida do filho. Nem o pai o reconhecia. O mesmo é válido para o outro apresentado como o agressor, que não vive com a mãe e tem um pai manipulador.
Vivemos tempos de extrema competitividade, de vidas centradas em si mesmas e perdemos a cultura do elogio, do reconhecimento do outro como ator e causador de coisas boas. Somos rápidos em criticar, tardios em elogiar. E digo isto especialmente em relação aos pais no processo de educação dos filhos. Se elogiamos, não o fazemos com a mesma carga emocional da crítica, da censura.
Reconhecer que o outro existe e é autor e causador de coisas boas é uma das formas de se evitar tragédias, seja ela que magnitude tenha.
Dr. Marcos Inhauser
(19) 2121 5853 / 9798 6955
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