SESI CAMPINAS SANTOS DUMONT TEM O PRAZER DE CONVIDÁ-LOS PARA PARTICIPAR
DE
NOSSA PROGRAMAÇÃO CULTURAL DE OUTUBRO:
Teatro: Brigadeiro de Colher - Dia
06 de outubro às 16h
Sinopse: “Brigadeiro de Colher” é um espetáculo de
trocas, experimentações
e memórias, onde a plateia é convidada a entrar em
uma “cozinha fictícia”.
Neste espaço os espectadores são convidados a
compartilharem suas
experiências de vida, transformadas pelas atrizes em
cenas e em um
delicioso brigadeiro de colher. Todas as histórias são
benvindas: as
amargas, as de sabor inesquecível, momentos doces da vida,
cenas
apimentadas ou até aquelas sem sal; todas elas entram como
ingredientes
para o brigadeiro que se cozinha a cada espetáculo.
Duração:
80 min.; Faixa Etária: Livre ; Gênero: improviso
Teatro: Literatura de
Cordel - Dia 10 de outubro às 19h
Sinopse: Em uma Feira de Cordel, Severina –
moça sonhadora – compra o
exemplar que um misterioso vendedor anuncia. Ao ler
o cordel percebe que
está lendo sua própria história e, a partir daí, se
envolve numa divertida
trama entre céu e inferno, amor e traição, música e
poesia. Será tudo isso
realidade ou apenas mais uma trama de
cordel?
Duração: 45 minutos; Classificação indicativa: Livre – a partir dos
7
anos; Conteúdo: amor, traição, bem x mal, religiosidade; Gênero:
teatro
infanto-juvenil
Cinema: Capitães de Areia - Dia 17 de outubro
às 19h
Sinopse: Nos anos 1950, meninos que viviam nas ruas e praias de
Salvador,
liderados por Pedro Bala, eram conhecidos como os Capitães da
Areia.
Viviam de pequenos furtos e enfrentavam as dificuldades da
rua,
defendendo-se com golpes de capoeira. História baseada no romance
homônimo
de Jorge Amado. O elenco mirim é formado por garotos da comunidade
de
Salvador, que passaram por mais de dois meses de preparação, sob
a
responsabilidade do preparador de elenco Christian Duurvoort
("Ensaio
Sobre a Cegueira").
A direção é da neta do escritor, Cecília
Amado, com roteiro do premiado
roteirista pernambucano Hilton Lacerda ("Baile
Perfumado").
Classificação indicativa: 12 anos. Temática social.
(BA,
2010, 96min, cor, ficção, suporte DVD)
Musica: Experiência Cultural da
Roda - Dia 20 de outubro às 15h
SINOPSE: Nesta roda de samba o Núcleo de
Samba Cupinzeiro apresenta
composições próprias além de sambas de
compositores já consagrados da
música popular brasileira. Através de novas
interpretações e arranjos o
grupo busca sempre diálogos vivos com a
tradição.
Classificação etaria: Livre; Tema: Samba tradicional; Tempo:
1:30h
TODA PROGRAMAÇÃO É GRATUÍTA
SERVIÇO:
Endereço: Teatro do
SESI Campinas 2 - Santos Dumont – Avenida Ary
Rodriguez, 200, Bairro
Bacuri
Local: Teatros e Cinemas - Teatro SESI Campinas Santos Dumont -
CAC
Musica - Espaço da Lanchonete
Informações: (19) 3225-7580
ramal 236
blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"Como Vencer a Pobreza e a desigualdade"
"Como Vencer
a Pobreza e a desigualdade"
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
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Atividades para escolas,
Dica Cultural,
produção cultural
Robótica na Escola - NIED
vídeo de uma reportagem sobre robótica
na escola Elza do parque D. Pedro II
http://giselealunos.blogspot.com.br/
--
João Vilhete
Núcleo de Informática Aplicada à Educação - NIED
http://www.nied.unicamp.br
http://www.nied.unicamp.br/rotacessivel/
http://www.rotacessivel.blogspot.com/
na escola Elza do parque D. Pedro II
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Convite -
Participe
II Feira Cultural
movimenta o CIS-Guanabara
No próximo dia 29 de setembro
(sábado) o CIS-Guanabara promoverá a segunda edição da Feira Cultural.
Das 14 às 18 horas serão várias
atividades culturais: música, poesia, fotografia, artes plásticas, literatura,
artesanato, gastronomia, cibercultura e muito mais.
Informações e programação
completa: www.cisguanabara.unicamp.br
veja imagens da edição anterior em
http://www.facebook.com/cis.guanabara
Atenciosamente
Odair Marques da Silva
Parcerias e Projetos de Inclusão
Cultural
Estação Guanabara
Centro Cultural de Inclusão e
Integração Social da UNICAMP
19.3233.7801
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Feira Cultural
"Os Sentidos da educação que se comunica: olhares da mídia"
Encontram-se abertas as inscrições do Fórum
Permanente Desafios do Magistério, "Os Sentidos da educação que se comunica:
olhares da mídia", a ser realizado na data de 19/09/2012, no Auditório do Centro
de Convenções da UNICAMP.
Para efetuar a sua inscrição cadastra-se no site
dos fóruns. Caso já possua cadastro efetue login e inscreva-se em "programação
de eventos 2012", e procure o fórum pelo título.
Atenciosamente,
Sônia Maria de Camargo Mazzariol
Assistente Técnica de Direção Coordenadoria Geral da Universidade
+ 55 19 3521 5039 Fóruns Permanentes http://foruns.bc.unicamp.br/foruns/
Universidade Estadual de Campinas - SP
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Justiça reconhece a patente brasileira do Bina
Criador
do sistema que identifica quem faz ligações telefônicas relata os 20 anos de
disputas judiciais que enfrentou. (OESP)
João
Bosco Rabello
BRASÍLIA
- Depois de 20 anos de disputa judicial com as operadoras de telefonia, o
inventor mineiro Nélio Nicolai, 72 anos, começa a obter reconhecimento oficial
por seu principal invento: o Bina, aplicativo que permite identificar
previamente as chamadas telefônicas, nos aparelhos fixos e celulares.

Wilson Pedrosa/AE
'Nos EUA me
disseram que, se tivesse nascido lá, seria uma celebridade', diz
NélioNicolai
As
operadoras Claro/Americel e Vivo são as primeiras a se manifestarem: a primeira,
em razão de composição judicial, que extinguiu o processo movido pela Lune
(empresa de Nélio), e a segunda por condenação judicial, determinando a
indenização, o que deverá provocar medidas judiciais similares envolvendo
operadoras que utilizam o Bina, o segundo invento brasileiro efetivamente
universalizado. O primeiro foi o avião, por Santos Dumont.
Somente
no Brasil, o Bina custa mensalmente a cada assinante R$ 10 ou US$ 6. E são 256
milhões de celulares com esse serviço no País, o que produz faturamento mensal
de R$ 2,56 bilhões. Isso apenas no Brasil.
A
decisão da 2.ª Vara Cível de Brasília determina que a Vivo pague em juízo "o
correspondente a 25% do valor cobrado pela ré por conta do serviço de
identificação de chamada para cada usuário e em cada aparelho".
Nélio
é ainda autor de mais quatro inventos incorporados mundialmente à telefonia: o
Salto (sinalização sonora que indica, durante uma ligação, que outra chamada
está na linha), o sistema de Mensagens de Instituições Financeiras para Celular,
que permite o controle de operações bancárias via celular; o Bina-Lo, que
registra chamadas perdidas; e o telefone fixo celular.
Não
há hoje, em todo o planeta, quem fabrique um telefone, celular ou fixo, sem
inserir a maioria desses recursos. Como se trata de invento patenteado, esse
uso, nos termos da Lei de Patentes, em todo o mundo, precisa ser remunerado,
seja como transferência de tecnologia e/ou royalty.
Mas
não foi, embora o Bina tenha conferido ao seu inventor duas comendas
internacionais: um Certificado e uma Medalha de Ouro do World Intellectual
Property Organization (Wipo), reconhecendo e recomendando a sua patente, além de
um selo da série Invenções Brasileiras, concedido pelo Ministério das
Comunicações.
A
conquista ocorre, por ironia, exatamente quando acaba de cessar a vigência (20
anos) da patente de seu invento, em 7 de julho passado. A patente resistiu a
todas as tentativas de anulação que lhe moveram na Justiça as operadoras e
fabricantes multinacionais e os direitos gerados naquele período são agora
irreversíveis.
Ao Estado,
Nélio contou sua epopeia pessoal, sem apoio do Estado brasileiro. A seguir, os
principais trechos da entrevista:
Como
chegou ao acordo?
Graças
a Deus e à minha determinação solitária de não ceder. Lutei praticamente
sozinho. Não foram poucas as pessoas, que, nesse período, diante da indiferença
dos sucessivos governos brasileiros e das ameaças que recebi, me aconselharam a
desistir. Fui até mesmo ridicularizado por advogados, autoridades e jornalistas.
Mas jamais perdi de vista esse direito, que não é só meu, mas do povo
brasileiro, privado dos royalties milionários que os meus inventos proporcionam
às multinacionais que o usam sem pagar.
Os
advogados não acreditavam na causa?
Perdi
a conta de quantos tive. Muitos desistiram diante das dificuldades, deixando de
acreditar na possibilidade de uma vitória. Houve inclusive traições. Tive,
porém, a sorte de encontrar um advogado experiente e competente, o dr. Luís
Felipe Belmonte, que, após constatar a consistência do meu direito, desmontou,
com argúcia e paciência, todas as manobras regimentais dos advogados
oponentes.
Como
e quando surgiu o Bina?
Inventei
a primeira tecnologia Bina em 1977, quando trabalhava na Telebrasília. Fui
inicialmente parabenizado, mas a seguir hostilizado. O Departamento Jurídico da
empresa recusou-se a auxiliar no registro da patente, que providenciei, por
conta própria, em 1980. Acabei demitido em 1984, por insistir na adoção do Bina
e do Salto. Depois que saí, as duas invenções passaram a ser comercializadas por
uma quantia mensal que, em reais, correspondiam respectivamente a R$ 10 e R$
2,90.
Quando
começaram as violações generalizadas?
Inventei
e patenteei a segunda tecnologia Bina em 1992. A Telebrás em 1993 padronizou o
seu uso (Pratica 220-250-713). Procurado por várias empresas, em 1997, optei por
assinar contrato de transferência de tecnologia, em parceria com a Ericsson, à
Intelbras (empresa brasileira e minha maior decepção) e à Telemar, por acreditar
na seriedade aparente dessas empresas. Em 1997, o novo sistema Bina foi
mundialmente implantado, também em telefonia celular, sem respeito à patente. Em
1998, não tive outro recurso senão ir ao Judiciário. Acionei primeiramente a
Americel, em Brasília, em março de 1998. Fui vitorioso em primeira e segunda
instâncias. Em 2002, foi proferida a sentença confirmatória, pelo TJDFT
(Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios).
E
por que não lhe pagaram?
Não
só não pagaram como me fizeram mergulhar num pesadelo judicial: a Intelbras e
todas as multinacionais (fabricantes e empresas operadoras) se uniram para
anular a patente. Cobraram, em 2003, da Ericsson, a venda de uma tecnologia que
não lhe pertencia (os editais das multinacionais especificavam: BINA=220-250-713). E a Ericsson, mesmo tendo contrato comigo, tentou
sumir com o cadáver, e foi ao Tribunal Federal Justiça, da 2.ª Região, no Rio de
Janeiro, pedir nulidade da patente brasileira. De vítima, passei a réu. O
advogado da Ericsson, que, paradoxalmente, é também presidente da ABPI
(Associação Brasileira Propriedade Intelectual) e integra o Conselho
Antipirataria do Ministério da Justiça, conseguiu "suspender, à revelia" todos
os direitos relativos ao meu próprio invento, até a decisão final da Justiça. Me
vi numa situação surreal: não recebia, nem podia dispor do que me pertence. A
outra parte podia. O dr. Belmonte fez ver o absurdo da situação: ingressou com
um embargo de declaração contra esse parecer, que legitimou o uso do Bina sem
ônus, até que o litígio um dia se resolvesse. Com esse acordo, acredito que tudo
isso irá desmoronar.
Por
que não recorreu ao Conselho Antipirataria, do Ministério da Justiça?
Claro
que recorri, desde 2003, mas nunca fui recebido. E gostaria que alguém me
explicasse, por que nós, portadores de patentes brasileiras, somos tratados
assim. Em todas as vezes que tentei, fui apenas orientado verbalmente a procurar
o Poder Judiciário, enquanto as empresas estrangeiras, que têm toda uma
estrutura de defesa de seus alegados direitos, não.
Por
que não recorreu a instituições internacionais de inventores?
Por
idealismo, quero ser reconhecido no meu País. Mas o reconhecimento começou lá
fora. Em 1998, o U.S. Patent and Trademark Office, escritório federal americano
que registra marcas e patentes, se surpreendeu com a informação de que o Bina e
o Salto haviam sido inventados por mim. Sabe o que me disseram lá? "Alguém deve
estar ganhando muito dinheiro nas suas costas. Aqui, você seria uma celebridade
e bilionário." Nos Estados Unidos, já são 65 milhões de Binas fixos, com o
usuário pagando US$ 4 por mês. O governo tem de defender este patrimônio do povo
brasileiro. Mas acredito que a Justiça começou, enfim, a ser
feita.
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