PALESTRA: A Dimensão Prática da Responsabilidade Social -
Faça já sua Inscrição!
10 de junho (quinta-feira), às 14 horas, no auditório da AFPU
Palestrante:
Milton Pereira
Formado em Comunicação Social na Universidade Paulista,
pós-graduado em Sociologia e Psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e em Gestão do Terceiro Setor na Fundação Getúlio Vargas/SP.
Com dez anos de experiência de atuação no Terceiro Setor, atualmente coordena o Projeto Bate Lata da Fundação Orsa em Campinas.
Inscrições: www.gr.unicamp.br/ggbs
blog do Prof. Odair Marques da Silva (www.africaatual.com.br)
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ANPED 2010
33ª REUNIÃO ANUAL DA ANPED 2010 - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO
De 17 a 20/10/2010, em Caxambu, MG
Prazos, inscrições e outras informações:
http://www.anped.org.br/inicio.htm
De 17 a 20/10/2010, em Caxambu, MG
Prazos, inscrições e outras informações:
http://www.anped.org.br/inicio.htm
Produção audiovisual: uma experiência inovadora
SEMINÁRIO LANTEC
Produção audiovisual: uma experiência inovadora, c/ Prof. Dr. Sérgio Ferreira do Amaral e Mestranda Mônica Cristina Garbin.
Dia 19/Maio, às 10h, no Salão Nobre da FE.
Realiz.: LANTEC (Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação)
informações: www.fe.unicamp.br
Produção audiovisual: uma experiência inovadora, c/ Prof. Dr. Sérgio Ferreira do Amaral e Mestranda Mônica Cristina Garbin.
Dia 19/Maio, às 10h, no Salão Nobre da FE.
Realiz.: LANTEC (Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação)
informações: www.fe.unicamp.br
Marcadores:
Atividades para escolas,
Oficina de video - TIME
terça-feira, 1 de junho de 2010
Educação Ambiental e interdisciplinaridade
INFORMAÇÕES GERAIS
Local: Centro de Convenções da UNICAMP
Data: 16 de junho de 2010 (quarta-feira)
Horário: Das 9h às 17h
Informações Adicionais:
Secretaria de Eventos – FE/Unicamp: eventofe@unicamp.br
Programação e inscrições
http://www.cori.unicamp.br/foruns/magis/magis29.php
Objetivos
Este evento propõe-se a produzir, organizar e fornecer subsídios para o delineamento de ações que contribuam para:
- Discutir e aprofundar as concepções de Educação Ambiental e de Interdisciplinaridade;
- Promover reflexões acerca das relações entre educação ambiental, escola e sociedade;
- Analisar as formas de relações interdisciplinares possíveis na prática da educação ambiental na educação básica;
- Favorecer o intercâmbio de conhecimentos oriundos das pesquisas em Educação Ambiental e Interdisciplinaridade com aqueles oriundos de projetos e práticas pedagógicas na educação básica;
- Formular critérios para políticas públicas visando a proposição e a prática de inovações curriculares na Educação Básica.
Local: Centro de Convenções da UNICAMP
Data: 16 de junho de 2010 (quarta-feira)
Horário: Das 9h às 17h
Informações Adicionais:
Secretaria de Eventos – FE/Unicamp: eventofe@unicamp.br
Programação e inscrições
http://www.cori.unicamp.br/foruns/magis/magis29.php
Objetivos
Este evento propõe-se a produzir, organizar e fornecer subsídios para o delineamento de ações que contribuam para:
- Discutir e aprofundar as concepções de Educação Ambiental e de Interdisciplinaridade;
- Promover reflexões acerca das relações entre educação ambiental, escola e sociedade;
- Analisar as formas de relações interdisciplinares possíveis na prática da educação ambiental na educação básica;
- Favorecer o intercâmbio de conhecimentos oriundos das pesquisas em Educação Ambiental e Interdisciplinaridade com aqueles oriundos de projetos e práticas pedagógicas na educação básica;
- Formular critérios para políticas públicas visando a proposição e a prática de inovações curriculares na Educação Básica.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Nanotecnologia e ética na sociedade
Manifesto Público
Nós, entidades promotoras do I Simpósio Internacional Impactos das
Nanotecnologias à Saúde dos Trabalhadores e ao Meio-ambiente, realizado em
São Paulo entre os dias 25 e 27 de maio de 2010, e os abaixo-assinados,
manifestamos à sociedade as principais inquietações suscitadas pelos debates
realizados durante esta atividade, que reuniu mais de 300 participantes,
entre pesquisadores, sindicalistas, empregadores e servidores públicos.
Em primeiro lugar, reafirmamos os perigos e os riscos associados à
utilização de nanotecnologias e nanomateriais manufaturados e as questões
éticas e sociais envolvidas no domínio das nanotecnologias e na fabricação
de nanomateriais, ainda que existam benefícios potenciais na incorporação de
nanotecnologias aos processos produtivos.
É necessário considerar as especificidades socioeconômicas do Brasil, país
subdesenvolvido e com economia profundamente dependente das principais
corporações transnacionais globais. Estas características estruturais nos
desafiam ainda mais na incorporação de progresso técnico e, especificamente,
no uso dos nanomateriais manufaturados e dos resíduos que contenham esses
materiais. No Brasil, já passam de 150 as empresas que utilizam
nanotecnologias.
Ressaltamos e apoiamos a significativa menção às nanotecnologias presente na
terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos, conforme decreto
7037, de 21 de dezembro de 2009, resultado de amplo processo participativo,
que articula múltiplas agendas e ações programáticas que expressam o
conjunto dos Direitos Humanos, e traduz os preceitos consagrados na
Constituição Federal de 1988, comprometendo os agentes públicos e as
instituições do Estado com a efetivação de ações para garantir esses
direitos.
As nanotecnologias são mencionadas no âmbito do eixo orientador que trata de
Desenvolvimento e Direitos Humanos, propondo como ação programática
“desenvolver e divulgar pesquisas públicas para diagnosticar os impactos da
biotecnologia e da nanotecnologia em temas de Direitos Humanos”, indicando
como responsáveis a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência
da República e os Ministério da Saúde, do Meio Ambiente, da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, e de Ciência e Tecnologia.
Esta associação entre nanotecnologias, desenvolvimento e Direitos Humanos
está em total sintonia com a posição que defendemos para a ação pública e do
Estado em relação às nanotecnologias. Mas, infelizmente, o próprio Governo
Federal, desde 2001, quando lançou seu primeiro programa nacional de
nanociências, e até agora, no âmbito da Política de Desenvolvimento
Produtivo, ainda não segue esta orientação inscrita no Programa Nacional de
Direitos Humanos.
Destacamos a experiência do Movimento Sindical brasileiro que, em negociação
coletiva com empresas químicas e farmacêuticas no estado de São Paulo,
incluiu as nanotecnologias na Convenção Coletiva de Trabalho como tema para
as Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho. De forma
pioneira, os trabalhadores em indústrias químicas e farmacêuticas paulistas
têm vivenciado atividades formativas sobre o tema.
Registramos apoio à resolução aprovada pelos participantes da Segunda
Reunião Regional dos Países da América Latina e Caribe (GRULAC) sobre a
implementação do Enfoque Estratégico para o Gerenciamento Internacional das
Substâncias Químicas (SAICM), realizada na Jamaica, em março de 2010.
Diante dos tópicos que registramos acima, afirmamos que iremos defender e
organizar nossas ações em relação ao tema do Simpósio buscando ressaltar:
1. O papel fundamental do princípio da precaução na abordagem dos riscos
éticos, sociais e ambientais advindos do uso das nanotecnologias e dos
nanomateriais manufaturados em todo seu ciclo de vida;
2. A necessidade das empresas fornecerem para os trabalhadores informação
adequada sobre a presença dos nanomateriais manufaturados, seus potenciais
riscos e medidas de prevenção, antes da sua introdução no processo
produtivo;
3. A necessidade de rotulagem e Ficha de Informação de Segurança de Produtos
Químicos (FISPQ), com informação de que o produto incorpora nanotecnologias
e a presença de nanomateriais manufaturados, a fim de informar os
trabalhadores e os consumidores sobre os potenciais riscos;
4. A consulta aos trabalhadores e Sindicatos para o desenvolvimento de
programas de saúde e segurança no trabalho abordando medidas relacionadas
aos nanomateriais manufaturados;
5. O desenvolvimento de elementos regulatórios mínimos que orientem a gestão
segura das nanotecnologias e dos nanomateriais manufaturados, com
participação dos trabalhadores e Sindicatos, das empresas, das Universidades
e das organizações da sociedade civil que pesquisam e atuam em relação às
nanotecnologias;
6. A participação efetiva das esferas governamentais nas decisões sobre
regulação e elaboração de políticas públicas em relação às nanotecnologias e
nanomateriais manufaturados, ressaltando as instâncias de Trabalho e
Emprego, Saúde, Previdência e Meio-ambiente, além daquelas já envolvidas,
como Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
7. A vinculação do financiamento público e privado para pesquisas em
nanotecnologias à observação de cuidados com relação ao manuseio e descarte
de produtos nanoestruturados, visando à proteção da saúde e segurança dos
pesquisadores, trabalhadores e do meio-ambiente;
8. A elaboração de mecanismos para assegurar capacitação nacional para o
adequado tratamento de resíduos contendo nanomateriais manufaturados e
nanotecnologias;
9. A produção e difusão de informações sobre os riscos éticos, sociais e
ambientais advindos do uso das nanotecnologias, visando o debate com o
público não especialista e o engajamento público em relação ao tema.
São Paulo, 27 de maio de 2010.
DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
DIESAT – Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos
Ambientes de Trabalho
IIEP – Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas
IOS – Instituto Observatório Social
RENANOSOMA – Rede de Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente
Alberto Domingos Valmórbida, técnico em segurança do trabalho
Arline Sydneia Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro-MTE
Celso Ribeiro de Almeida, químico, presidente da CIPA da UNICAMP
Gilberto Morio Takahashi, médico do Hospital Universitário da USP
Valéria Ramos Soares Pinto, pesquisadora da Fundacentro-MTE
Nós, entidades promotoras do I Simpósio Internacional Impactos das
Nanotecnologias à Saúde dos Trabalhadores e ao Meio-ambiente, realizado em
São Paulo entre os dias 25 e 27 de maio de 2010, e os abaixo-assinados,
manifestamos à sociedade as principais inquietações suscitadas pelos debates
realizados durante esta atividade, que reuniu mais de 300 participantes,
entre pesquisadores, sindicalistas, empregadores e servidores públicos.
Em primeiro lugar, reafirmamos os perigos e os riscos associados à
utilização de nanotecnologias e nanomateriais manufaturados e as questões
éticas e sociais envolvidas no domínio das nanotecnologias e na fabricação
de nanomateriais, ainda que existam benefícios potenciais na incorporação de
nanotecnologias aos processos produtivos.
É necessário considerar as especificidades socioeconômicas do Brasil, país
subdesenvolvido e com economia profundamente dependente das principais
corporações transnacionais globais. Estas características estruturais nos
desafiam ainda mais na incorporação de progresso técnico e, especificamente,
no uso dos nanomateriais manufaturados e dos resíduos que contenham esses
materiais. No Brasil, já passam de 150 as empresas que utilizam
nanotecnologias.
Ressaltamos e apoiamos a significativa menção às nanotecnologias presente na
terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos, conforme decreto
7037, de 21 de dezembro de 2009, resultado de amplo processo participativo,
que articula múltiplas agendas e ações programáticas que expressam o
conjunto dos Direitos Humanos, e traduz os preceitos consagrados na
Constituição Federal de 1988, comprometendo os agentes públicos e as
instituições do Estado com a efetivação de ações para garantir esses
direitos.
As nanotecnologias são mencionadas no âmbito do eixo orientador que trata de
Desenvolvimento e Direitos Humanos, propondo como ação programática
“desenvolver e divulgar pesquisas públicas para diagnosticar os impactos da
biotecnologia e da nanotecnologia em temas de Direitos Humanos”, indicando
como responsáveis a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência
da República e os Ministério da Saúde, do Meio Ambiente, da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, e de Ciência e Tecnologia.
Esta associação entre nanotecnologias, desenvolvimento e Direitos Humanos
está em total sintonia com a posição que defendemos para a ação pública e do
Estado em relação às nanotecnologias. Mas, infelizmente, o próprio Governo
Federal, desde 2001, quando lançou seu primeiro programa nacional de
nanociências, e até agora, no âmbito da Política de Desenvolvimento
Produtivo, ainda não segue esta orientação inscrita no Programa Nacional de
Direitos Humanos.
Destacamos a experiência do Movimento Sindical brasileiro que, em negociação
coletiva com empresas químicas e farmacêuticas no estado de São Paulo,
incluiu as nanotecnologias na Convenção Coletiva de Trabalho como tema para
as Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho. De forma
pioneira, os trabalhadores em indústrias químicas e farmacêuticas paulistas
têm vivenciado atividades formativas sobre o tema.
Registramos apoio à resolução aprovada pelos participantes da Segunda
Reunião Regional dos Países da América Latina e Caribe (GRULAC) sobre a
implementação do Enfoque Estratégico para o Gerenciamento Internacional das
Substâncias Químicas (SAICM), realizada na Jamaica, em março de 2010.
Diante dos tópicos que registramos acima, afirmamos que iremos defender e
organizar nossas ações em relação ao tema do Simpósio buscando ressaltar:
1. O papel fundamental do princípio da precaução na abordagem dos riscos
éticos, sociais e ambientais advindos do uso das nanotecnologias e dos
nanomateriais manufaturados em todo seu ciclo de vida;
2. A necessidade das empresas fornecerem para os trabalhadores informação
adequada sobre a presença dos nanomateriais manufaturados, seus potenciais
riscos e medidas de prevenção, antes da sua introdução no processo
produtivo;
3. A necessidade de rotulagem e Ficha de Informação de Segurança de Produtos
Químicos (FISPQ), com informação de que o produto incorpora nanotecnologias
e a presença de nanomateriais manufaturados, a fim de informar os
trabalhadores e os consumidores sobre os potenciais riscos;
4. A consulta aos trabalhadores e Sindicatos para o desenvolvimento de
programas de saúde e segurança no trabalho abordando medidas relacionadas
aos nanomateriais manufaturados;
5. O desenvolvimento de elementos regulatórios mínimos que orientem a gestão
segura das nanotecnologias e dos nanomateriais manufaturados, com
participação dos trabalhadores e Sindicatos, das empresas, das Universidades
e das organizações da sociedade civil que pesquisam e atuam em relação às
nanotecnologias;
6. A participação efetiva das esferas governamentais nas decisões sobre
regulação e elaboração de políticas públicas em relação às nanotecnologias e
nanomateriais manufaturados, ressaltando as instâncias de Trabalho e
Emprego, Saúde, Previdência e Meio-ambiente, além daquelas já envolvidas,
como Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
7. A vinculação do financiamento público e privado para pesquisas em
nanotecnologias à observação de cuidados com relação ao manuseio e descarte
de produtos nanoestruturados, visando à proteção da saúde e segurança dos
pesquisadores, trabalhadores e do meio-ambiente;
8. A elaboração de mecanismos para assegurar capacitação nacional para o
adequado tratamento de resíduos contendo nanomateriais manufaturados e
nanotecnologias;
9. A produção e difusão de informações sobre os riscos éticos, sociais e
ambientais advindos do uso das nanotecnologias, visando o debate com o
público não especialista e o engajamento público em relação ao tema.
São Paulo, 27 de maio de 2010.
DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
DIESAT – Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos
Ambientes de Trabalho
IIEP – Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas
IOS – Instituto Observatório Social
RENANOSOMA – Rede de Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente
Alberto Domingos Valmórbida, técnico em segurança do trabalho
Arline Sydneia Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro-MTE
Celso Ribeiro de Almeida, químico, presidente da CIPA da UNICAMP
Gilberto Morio Takahashi, médico do Hospital Universitário da USP
Valéria Ramos Soares Pinto, pesquisadora da Fundacentro-MTE
sexta-feira, 28 de maio de 2010
3º Encontro Afro-Cristão
3º Encontro Afro-Cristão debate Gênero e Negritude na perspectiva cristã
O 3º Encontro Afro-Cristão de 2010 ocorrerá nos dias 28 a 30 de maio, aberto para toda a comunidade. O local do evento será no Auditório Capa, do campus Rudge Ramos, da Universidade Metodista. O encontro, já na sua 3º edição, neste ano terá por tema “Gênero e Negritude – uma perspectiva cristã”, com subtemas Mulheres negras: saúde integral e beleza natural. Homens negros: mitos e desafios da masculinidade negra, em um debate que contará com a presença de importantes convidados como teólogos e teólogas, sociólogos e sociólogas, educadores e educadoras, entre outros.
A primeira conferência será ministrada pelo bispo Julio Ernesto Murray, do Panamá, que é presidente do Conselho Latino Americano de Igrejas - CLAI, abordará o tema Homens negros: mitos e desafios da masculinidade negra. O evento reúne também diversas oficinas temáticas: Beleza na cabeça: a naturalidade da beleza negra, por Cristina Américo; Masculinidade negra: mitos e desafios, por Rolf Ribeiro de Souza; A sexualidade na perspectiva da bíblia, por Rev João Batista; Expressão corporal e individualidade por Diná da Silva Branchini; Jovens negras e negros: desafios do cotidiano por Pastora Lídia Maria Lima; Saúde preventiva de mulheres e homens negros por Maria Luiza Abreu. O Mestre de Cerimônia do evento será o Diácono José Guido dos Santos, profissional de Relações Públicas.
O 3º Encontro Afro-Cristão é promovido pela RONE – Rede de Organizações Negras Evangélicas, composta pelo: Ministério de Ações Afirmativas Afrodescendentes da Igreja Metodista - AA-AFRO-3RE, Pastoral da Negritude do Conselho Latino Americano de Igrejas - CLAI; Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo – CENACORA; Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil – ANNEB, e Sociedade Cultural Missões Quilombo - MQ. E pelo Grupo de Negr@s Identidade – EST - São Leopoldo. Quem patrocina o encontro e a Coordenadoria Ecumênica de Serviço - CESE.
O encontro tem como apoio: Universidade Metodista de São Paulo, Faculdade de Teologia da Igreja Metodista do Brasil, Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, e a Igreja presbiteriana Independente do Brasil.
As inscrições devem ser feitas através do preenchimento da ficha e pagamento da taxa de R$ 15,00. Mais informações pelos e-mails: disilvabranchini@uol.com.br / ou veramariar@yahoo.com.br. Confira mais detalhes do evento no Blog: http://encontroafrocristao.blogspot.com .
Rede de divulgação Afrokut:
http://negrosnegrascristaos.ning.com/events/iii-encontro-afro-cristao-2010
Visite Afrokut em: http://negrosnegrascristaos.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
O 3º Encontro Afro-Cristão de 2010 ocorrerá nos dias 28 a 30 de maio, aberto para toda a comunidade. O local do evento será no Auditório Capa, do campus Rudge Ramos, da Universidade Metodista. O encontro, já na sua 3º edição, neste ano terá por tema “Gênero e Negritude – uma perspectiva cristã”, com subtemas Mulheres negras: saúde integral e beleza natural. Homens negros: mitos e desafios da masculinidade negra, em um debate que contará com a presença de importantes convidados como teólogos e teólogas, sociólogos e sociólogas, educadores e educadoras, entre outros.
A primeira conferência será ministrada pelo bispo Julio Ernesto Murray, do Panamá, que é presidente do Conselho Latino Americano de Igrejas - CLAI, abordará o tema Homens negros: mitos e desafios da masculinidade negra. O evento reúne também diversas oficinas temáticas: Beleza na cabeça: a naturalidade da beleza negra, por Cristina Américo; Masculinidade negra: mitos e desafios, por Rolf Ribeiro de Souza; A sexualidade na perspectiva da bíblia, por Rev João Batista; Expressão corporal e individualidade por Diná da Silva Branchini; Jovens negras e negros: desafios do cotidiano por Pastora Lídia Maria Lima; Saúde preventiva de mulheres e homens negros por Maria Luiza Abreu. O Mestre de Cerimônia do evento será o Diácono José Guido dos Santos, profissional de Relações Públicas.
O 3º Encontro Afro-Cristão é promovido pela RONE – Rede de Organizações Negras Evangélicas, composta pelo: Ministério de Ações Afirmativas Afrodescendentes da Igreja Metodista - AA-AFRO-3RE, Pastoral da Negritude do Conselho Latino Americano de Igrejas - CLAI; Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo – CENACORA; Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil – ANNEB, e Sociedade Cultural Missões Quilombo - MQ. E pelo Grupo de Negr@s Identidade – EST - São Leopoldo. Quem patrocina o encontro e a Coordenadoria Ecumênica de Serviço - CESE.
O encontro tem como apoio: Universidade Metodista de São Paulo, Faculdade de Teologia da Igreja Metodista do Brasil, Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, e a Igreja presbiteriana Independente do Brasil.
As inscrições devem ser feitas através do preenchimento da ficha e pagamento da taxa de R$ 15,00. Mais informações pelos e-mails: disilvabranchini@uol.com.br / ou veramariar@yahoo.com.br. Confira mais detalhes do evento no Blog: http://encontroafrocristao.blogspot.com .
Rede de divulgação Afrokut:
http://negrosnegrascristaos.ning.com/events/iii-encontro-afro-cristao-2010
Visite Afrokut em: http://negrosnegrascristaos.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
Dia Mundial do meio ambiente
Que tal juntar-se a uma ação global e tornar-se “verde”? É o que propõe o WED 2010, ação liderada pelo PNUMA
A urgência por um melhor gerenciamento da riqueza de espécies e ecossistemas do Planeta é a mensagem do WED 2010, que significa tornar-se “verde”. A celebração, liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é realizada todo dia 5 de junho. Para este ano, o WED tem como tema “Muitas espécies, um Planeta, um futuro” e, com isso visa incentivar a tomada de atitudes em prol da proteção do meio ambiente. Vale tudo, desde pequenas atividades individuais e escolares até grandes iniciativas de comunidades e corporações multinacionais.
informações:www.akatu.org.br
A urgência por um melhor gerenciamento da riqueza de espécies e ecossistemas do Planeta é a mensagem do WED 2010, que significa tornar-se “verde”. A celebração, liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é realizada todo dia 5 de junho. Para este ano, o WED tem como tema “Muitas espécies, um Planeta, um futuro” e, com isso visa incentivar a tomada de atitudes em prol da proteção do meio ambiente. Vale tudo, desde pequenas atividades individuais e escolares até grandes iniciativas de comunidades e corporações multinacionais.
informações:www.akatu.org.br
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